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Greve na Lufthansa afeta passageiros e subsidiária aumenta salários

Greve da Lufthansa e CityLine afeta milhares de passageiros; City Airlines garante aumentos salariais de 20% a 35% até 2029

Aviões da Lufthansa estão estacionados no aeroporto de Frankfurt durante greve em 2024
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  • Na sexta-feira, dez, dezenas de milhares de passageiros enfrentaram transtornos na Alemanha devido à greve de um dia da tripulação da Lufthansa e da CityLine, em nove aeroportos.
  • A Fraport informou que cerca de quinhentos e oitenta voos foram cancelados, afetando aproximadamente setenta e dois mil passageiros dos mil trezentos cinquenta voos programados e duzentos e sessenta e cinco mil esperados para o dia.
  • A greve atingiu os hubs de Munique e Frankfurt e a CityLine parou operações em nove aeroportos.
  • A City Airlines, nova subsidiária do grupo, fechou acordo coletivo com o sindicato Verdi para cinco centenas de tripulantes, elevando o salário básico entre vinte e trinta e cinco por cento em três etapas até março de dois mil e vinte e nove, além de ampliar folgas, férias, escalas e o apoio previdenciário.
  • O grupo Lufthansa pretende encerrar as atividades da CityLine até o fim do ano, transferindo operações para a City Airlines, o que gerou preocupação entre os trabalhadores da CityLine sobre o futuro dos empregos.

A greve de cabine da Lufthansa atingiu passageiros na Alemanha nesta sexta-feira, 10, com atividades afetadas em vários hubs. A paralisação envolveu a Lufthansa e a subsidiária regional CityLine, operada por tripulantes de cabine. O movimento ocorreu das 00h até as 22h (horário local).

Dezenas de milhares de passageiros enfrentaram atrasos e cancelamentos, conforme dados da Fraport, que administra o Aeroporto de Frankfurt. Cerca de 580 voos foram cancelados, impactando aproximadamente 72 mil passageiros entre os 1.350 voos programados e 155 mil previstos para o dia. Os números podem variar ao longo do dia.

A greve mobilizou equipes em nove aeroportos, com foco principal em Munique e Frankfurt. O sindicato UFO organizou a paralisação, que afetou a Lufthansa, enquanto a CityLine acatou o movimento de forma associada ao grupo.

Acordo na City Airlines

Enquanto isso, a City Airlines, a mais nova subsidiária do grupo, fechou seu primeiro acordo coletivo com o sindicato Verdi. O acordo abrange 500 tripulantes de cabine e cockpit. As negociações se estenderam na semana passada até fechamento do acordo.

O ajuste prevê aumento de salários básicos entre 20% e 35%, dividido em três etapas até março de 2029. Além disso, o acordo inclui folgas adicionais, mais férias, melhoria no planejamento de escalas e ampliação do apoio previdenciário, segundo o Verdi.

Reestruturação do Grupo Lufthansa

As mudanças correspondem a uma reestruturação maior dentro do Grupo Lufthansa. A CityLine, que opera voos de curta distância e conexões, manterá seu papel histórico, mas a diretiva do grupo aponta o encerramento das atividades da CityLine até o fim do ano. As operações de alimentação seriam transferidas para a City Airlines, criada em 2022 para enfrentar pressões competitivas.

Essa reconfiguração gerou preocupação entre funcionários da CityLine, que temem pela manutenção de empregos e pela transição de funções. O grupo não detalhou o cronograma completo, mas afirmou que planeja concluir o encerramento das operações da CityLine ainda neste ano.

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