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Abrasce: debate sobre escala 6×1 reúne divergências e convergências

Em meio ao debate sobre fim da jornada 6x1, setor produtivo teme impactos enquanto governo não define subsídios para a nova escala

Vander Giordano, conselheiro da Abrasce, durante painel no CNN Talks
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  • O tema da possível extinção da jornada 6×1 está em debate, com a Abrasce ressaltando a necessidade de discutir ganhos e perdas para a sociedade.
  • O conselheiro Vander Giordano afirmou, em entrevista à CNN, que mudanças nesse formato devem passar por um debate mais robusto entre setores.
  • Ele informou que o governo ainda não apresentou contrapartidas nem fontes de subsídios para viabilizar uma redução na escala de trabalho.
  • Giordano destacou a preocupação com impactos para pequenos negócios, como salões de beleza periféricos, bares pequenos, empórios e oficinas mecânicas.
  • Segundo o conselheiro, o governo tem de esclarecer de onde virão os recursos para subsidiar a transformação, caso o regime seja alterado.

Em meio ao debate sobre o fim da jornada 6×1, Vander Giordano, conselheiro da Abrasce, disse à CNN que qualquer mudança deve ser acompanhada de um debate sólido sobre ganhos e perdas para a sociedade. O tema envolve impactos de uma possível transformação na escala de trabalho.

Giordano afirmou que o governo ainda não apresentou uma proposta de subsídios para sustentar uma redução de jornada, o que preocupa o setor produtivo. O elo entre mudanças trabalhistas e recursos disponíveis é o ponto central para a implementação.

O conselheiro destacou a necessidade de observar impactos em pequenos negócios, como salões de beleza, bares, empórios e oficinas mecânicas. A preocupação é saber de onde sairão os recursos para subsidiar a transformação, caso o projeto vá adiante.

Contexto setorial

A discussão ocorre no âmbito do comércio, indústria, construção civil e turismo. A Abrasce defende o bem-estar do trabalhador, mas reforça que o debate precisa considerar ganhos e perdas de diferentes segmentos da sociedade e socorrer os pequenos negócios.

A criação de um projeto de lei em caráter de urgência é vista como um movimento que pode surpreender o setor, caso não haja contrapartidas claras. A expectativa é de que haja futuras informações oficiais sobre fontes de financiamento e critérios de implementação.

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