- Estudantes da Princeton, Liv Bobby e Ezekiel Akinsanya, sonhavam com vagas em consultorias de alto nível como McKinsey, BCG e Bain.
- Eles criaram, no campus, um clube de consultoria e fizeram estágios na área durante a faculdade.
- Ao se formarem, Bobby vai trabalhar na Wall Street no outono, enquanto Akinsanya pretende retornar à Inglaterra e buscar vaga no governo ou no setor militar.
- Akinsanya questiona se as funções de nível inicial continuam relevantes, citando a possível obsolescência de analistas devido à inteligência artificial.
- A reportagem analisa como grandes firmas de consultoria estão repensando o recrutamento diante da IA e das mudanças no mercado de trabalho.
Liv Bobby e Ezekiel Akinsanya, estudantes de Princeton, conheciam-se desde o primeiro dia na universidade. Em uma festa de sorvete, compartilharam o desejo de trabalhar em consultoria de ponta, como McKinsey.
No ano seguinte, criaram um clube de consultoria na universidade e fizeram estágios de verão no setor. Agora, com a formatura se aproximando, seguem caminhos diferentes: Bobby vai para Wall Street no próximo semestre e Akinsanya pretende retornar ao Reino Unido, com espaço para cargos no governo ou no setor de defesa.
Akinsanya afirma que deseja ter papel estratégico e destaca que funções de nível inicial podem estar se tornando menos relevantes com o avanço da IA. McKinsey, BCG e Bain estudam novas formas de contratação diante desse cenário emergente.
Reconfiguração do recrutamento em consultoria
Firms de ponta avaliam como IA pode alterar tarefas iniciais e o desenho de equipes. A tendência é que gradualmente algumas atividades rotineiras de analistas sejam automatizadas, impactando o perfil dos candidatos.
Especialistas veem maior foco em habilidades analíticas avançadas, gestão de projetos e capacidade de trabalhar com dados complexos. O movimento pode ampliar opções de carreira para formandos além do consultivo tradicional.
Perspectivas para 2026
Diversas trajetórias aparecem como alternativas viáveis para recém-formados. O mercado observa transição entre consultoria, finanças, governo e setores tecnológicos, com ênfase em adaptabilidade e aprendizado contínuo.
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