- O governo lançou uma campanha de 1 minuto para destacar medidas adotadas para conter os impactos da guerra no Oriente Médio nos preços de combustíveis.
- O vídeo afirma que o Brasil agiu e orienta a população a denunciar postos que cobram preços abusivos pelo telefone indicado.
- A peça já está veiculada na televisão nos últimos dois dias e também pode ser assistida no perfil CanalGov e no canal do Ministério das Cidades no YouTube.
- Em 14 de abril de 2026, o governo anunciou novas medidas de regulamentação para reduzir custos e determinou transparência das importadoras para assegurar repasse ao consumidor.
- O jornal buscou a Secretaria de Comunicação Social para informações sobre custos da campanha e investimento em mídia, mas não houve resposta até o momento.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou uma campanha publicitária de 1 minuto para explicar as ações adotadas para reduzir o impacto da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis no Brasil. A peça sinaliza que o país agiu para proteger o bolso dos brasileiros e incentiva a população a denunciar postos que pratiquem preços considerados abusivos.
A propaganda vem sendo veiculada na televisão há dois dias e também está disponível nas redes oficiais do governo, em especial no perfil do CanalGov no X e no canal do YouTube do Ministério das Cidades. O texto busca comunicar medidas de combate aos reajustes observados no mercado internacional.
Segundo o conteúdo divulgado, a guerra no Oriente Médio elevou o preço dos combustíveis mundialmente. O governo diz ter zerado impostos federais sobre o diesel e, em parceria com os estados, está financiando a importação e a produção nacional do combustível, com repasse obrigatório do desconto ao consumidor. Também aponta ações de fiscalização mais rigorosas para evitar lucros excessivos nesse período.
Medidas e mecanismos de fiscalização
A equipe governamental informou que novas regulamentações integram o pacote de ações anunciadas na terça-feira (14 abr 2026). Entre as medidas, está a pretensa transparência requerida às importadoras para assegurar que os custos sejam repassados aos consumidores.
O Poder360 informou ter procurado a Secom para obter informações sobre custo da campanha, meios de veiculação e valores gastos com as inserções, mas não houve resposta até a publicação. O texto será atualizado caso haja manifestação oficial.
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