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BTG passa a controlar Jardim das Perdizes, projeto da Tecnisa

BTG Pactual passa a controlar Jardim das Perdizes, com 68,59% da participação após compra da fatia da Hines; Tecnisa mantém liderança do projeto, sujeito à aprovação do Cade

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  • O BTG Pactual passou a controlar participação no projeto Jardim das Perdizes, da Tecnisa, em São Paulo, com VGV superior a R$ cinco bilhões.
  • A fatia que o BTG adquiriu pertencia à gestora norte-americana Hines, que detinha quarenta e dois vírgula cinco por cento da participação.
  • Com a compra, o BTG agora detém setenta e oito vírgula nove por cento do controle do projeto, equivalente a sessenta e oito vírginha noventa por cento de participação.
  • Em fevereiro, o BTG já havia oferecido R$ 260,9 milhões por vinte e nove vírgula nove por cento pertencentes ao Windsor, SPE responsável pelo empreendimento.
  • A transação ainda precisa da aprovação do Cade, e a Tecnisa e a Hines não responderam até a publicação desta reportagem. Cyrela também apresentou proposta, mas as negociações não avançaram.

O BTG Pactual passou a controlar a participação no projeto Jardim das Perdizes, bairro planejado pela Tecnisa em São Paulo. O Valor Geral de Vendas do empreendimento supera R$ 5 bilhões. A fatia adquirida pertencia à gestora norte-americana Hines, que detinha 42,5%.

Em fevereiro, o BTG já havia ofertado R$ 260,9 milhões por 29,09% pertencentes à Windsor SPE, responsável pelo projeto. Com a nova operação, o BTG passa a deter 68,59% do controle da participação.

Antes da transação, a Cyrela também apresentou uma proposta, mas as negociações não avançaram. A aquisição atual coloca o BTG como acionista majoritário do projeto Jardim das Perdizes.

Situação da aprovação regulatória

Mesmo com o controle ampliado, a Tecnisa seguirá à frente da gestão do projeto. A operação precisa da aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A assessoria do BTG Pactual não se posicionou oficialmente sobre o negócio. Tecnisa e Hines não comentaram até o fechamento desta reportagem.

Questões de mercado e impactos sobre o financiamento do projeto devem ser avaliadas pelas autoridades de defesa da concorrência antes da conclusão formal da operação.

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