Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Euribor freia alta próximo a 3% e pressão por subida do BCE diminui

Mercado reduz expectativa de alta do BCE; euríbor recua próximo de três por cento enquanto choque energético sustenta incertezas inflacionárias

Vista parcial de un grupo de viviendas en Barakaldo (Vizcaya).
0:00
Carregando...
0:00
  • O euríbor freou a escalada e permanece próximo de três por cento, com a probabilidade de alta do BCE reduzida para próximo de junho. A expectativa de alta para a próxima semana foi descartada e caiu de noventa por cento para setenta e quatro por cento.
  • O BCE sinalizou que pode subir os tipos se o choque nos preços se agravar, mas a elevação não está garantida; Lagarde destacou posição intermediária e avaliação diária dos dados, enquanto o presidente alemão do banco ressaltou incertezas no Oriente Médio.
  • Analistas afirmam que o aperto monetário pode não ocorrer logo, citando comparação com choques de energia desde a década de setenta e sugerindo que o BCE poderia olhar através do choque energético.
  • O euríbor diário chegou a quase três por cento em 30 de março, mas recuou; espera-se que o euríbor mensal de abril feche próximo de dois vírgula sete por cento, ainda bem acima dos dois vírgula dois por cento de abril do ano anterior.
  • O conflito na região intensifica temores de inflação na zona do euro, com o petróleo Brent subindo significativamente, impactando inflação e crescimento. Analistas da Citi refletem riscos de consequências diferentes das herdadas em 2011, caso o BCE suba o juros de forma agressiva.

O euríbor freou a escalada e recuou para perto de 3%, diante da queda nas probabilidades de alta do BCE. O movimento ocorre enquanto o petróleo pressiona os preços ao consumidor e suscita dúvidas sobre novas subidas de juros.

O BCE acompanha de perto o choque petrolífero e a inflação, sem confirmar novas altas. Lagarde sinalizou posição intermediária, destacando a necessidade de observar dados diários antes de qualquer decisão. O discurso visa evitar surpresas para a economia.

O governador finlandês Olli Rehn pediu cautela e avaliou impactos do choque energético a médio prazo, destacando que o petróleo pode acelerar inflação a curto prazo e frear o crescimento.

A presidente Lagarde, em Washington, afirmou que o BCE não aponta um caminho claro, mantendo o foco no médio prazo. O representante alemão Nagel disse que a direção depende dos próximos dados, e o Oriente Médio está em situação opaca.

Perspectivas do BCE e impactos no euríbor

Mercado reduziu a probabilidade de alta na próxima semana e recuou a 74% para junho, ante 90% há duas semanas. Analistas dizem que abril pode ser cedo demais para mudar a política monetária.

O euríbor diário chegou a quase 3% em 30 de março, mas recuou para 2,756%. Se não houver mudanças relevantes nas próximas semanas, o valor mensal de abril deve ficar em torno de 2,7%.

Cenário de energia e inflação

O choque petrolífero elevou a inflação na zona do euro para 2,5% em março, com combustíveis pressionando os preços. Estrategistas de bancos observam que o episódio pode não exigir aumento de juros imediato, conforme históricos de respostas a choques de energia.

Analistas da Citi projetam que cortes ou altas moderadas dependeriam da duração do choque. Em 2011, o BCE elevou juros para conter inflação, depois recuou por fraqueza econômica, apontam estudos. O debate atual foca em manter estabilidade diante de preços energéticos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais