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Guimarães propõe elevar endividamento público para estimular economia

Guimarães defende elevar endividamento para salvar a economia popular diante da guerra no Oriente Médio; governo mantém responsabilidade fiscal

1 de 1 guimaraes - Foto: Gil Ferreira / SRI-PR
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  • O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que, se for necessário, o país pode aumentar o endividamento para salvar a economia popular diante da guerra no Oriente Médio.
  • Guimarães disse que o governo continuará no caminho de responsabilidade fiscal e social, ao enviar o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027 ao Congresso.
  • Ele mostrou que a hipótese do governo é de que a guerra dure cerca de dois meses, e que as medidas já anunciadas pela área econômica seguem esse raciocínio.
  • O ministro afirmou que o conflito envolve Estados Unidos, Israel e outros países do Oriente Médio e não é uma batalha interna do Brasil, ressaltando que não se pode transferir prejuízos à população.
  • Guimarães afirmou que novas ações para mitigar o impacto da guerra sobre os combustíveis devem ser anunciadas em breve, com possibilidade de subsídios à gasolina entre as opções em estudo.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira que, se for necessário aumentar o endividamento do país para preservar a economia popular diante dos efeitos da guerra no Oriente Médio, essa medida deve ser adotada. A declaração ocorreu durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.

Guimarães manteve o tom de defesa da responsabilidade fiscal e social, incluindo o envio do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 ao Congresso. Ele disse que o governo continuará nesse caminho, mesmo diante de conflitos internacionais que impactam o cenário interno.

O ministro explicou que o governo trabalha com a hipótese de que o conflito no Irã pode durar cerca de dois meses, e que as medidas para amenizar impactos econômicos no Brasil seguem esse prazo, com avaliação contínua das ações anunciadas pela área econômica.

Ele reforçou que a guerra envolve Estados Unidos, Israel e países do Oriente Médio, e que o Brasil não participa do conflito. Guimarães acrescentou que novas ações devem ser anunciadas para reduzir o efeito da guerra sobre os combustíveis em breve, incluindo possíveis subsídios à gasolina.

Entre as iniciativas em estudo, o titular da SRI citou medidas específicas para conter o aumento de preços na gasolina, com foco em mitigar impactos diretos aos consumidores e à inflação, sem detalhar as propostas.

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