- Encontro de ESG da Brazilian Luxury Travel Association debate como reparar os impactos do turismo, com foco em turismo regenerativo.
- Empresas que adotam práticas regenerativas podem influenciar positivamente a natureza, segundo Rafael Ávila, CEO da Sustentabilidade Agora.
- Iniciativas citadas incluem doações de parte do lucro para projetos como Guardiões do Clima, Onçafari e ações de regeneração de corais nas Maldivas.
- A associação, que reúne 63 hotéis e oito operadoras, registrou mais de um milhão de hóspedes em 2024, com diária média de R$ 3.267 e faturamento bruto superior a R$ 3 bilhões.
- O perfil do viajante de luxo está em transformação: busca menos destinos lotados, mais experiências silenciosas e maior integração da comunidade local; meta é certificar todos os associados em ESG até 2028.
No 4º Encontro de ESG da Brazilian Luxury Travel Association, debateu-se a possibilidade de reparar os impactos do turismo. O tema central foi o equilíbrio entre crescimento econômico, responsabilidade social e preservação ambiental.
Rafael Ávila, CEO e cofundador da Sustentabilidade Agora, destacou que o turismo regenerativo pode levar à recuperação da natureza quando aplicado de forma séria. Ele citou iniciativas que destinam parte do lucro a projetos locais.
A associação revelou dados relevantes: reúne 63 hotéis e 8 operadoras, com mais de um milhão de hóspedes em 2024. A diária média ficou em R$ 3.267, levando o faturamento bruto a acima de R$ 3 bilhões.
Mudança no comportamento do viajante de luxo
O público de alto padrão busca menos destinos saturados e mais experiências silenciosas. O conceito de luxo passa a valorizar modelos de produção mais enxutos, autenticidade radical e diferenciação explícita.
Medidas de gestão passam pela redução do desperdício alimentar e pela integração formal da comunidade local à cadeia de valor do setor, segundo a pauta do encontro.
Certificação ESG e continuidade de melhorias
A Brasilian Luxury Travel Association estabeleceu meta de certificar todos os associados em ESG até 2028. Ávila ressaltou que certificações devem decorrer de boa gestão e melhoria contínua, não sendo o objetivo final.
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