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Transfero aposta em rede de orquestração para unificar pagamentos e blockchains

Transfero lança a Transfero Payment Network para coordenar várias redes de pagamento e blockchains, buscando reduzir fragmentação e ampliar receita

O sistema foi criado para conectar múltiplas infraestruturas, como Pix, Swift, Circle Payments Network, t0 Network, Ripple e Fireblocks Network. E inclui ainda stablecoins, bancos locais e internacionais e provedores de liquidez.
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  • Transfero lança a Transfero Payment Network (TPN) para unificar pagamentos globais e redes de blockchains, conectando Pix, Swift, Circle Payments Network, t-0 Network, Ripple e Fireblocks Network.
  • A solução usa algoritmos para escolher a rota mais eficiente entre as redes, incluindo stablecoins como a BRZ, visando reduzir a fragmentação do mercado.
  • Quatro redes já estão operacionais na TPN: Circle Payments Network, t-0 Network, Ripple e Swift; a meta é chegar a sete redes até o fim do ano.
  • O projeto começa com transferências entre Brasil e exterior, com planos de ampliar para Europa, Estados Unidos, Ásia e outras regiões.
  • A empresa projeta crescimento de receita com pagamentos, que hoje representa cerca de 30% da receita total de US$ 12 milhões em 2025, com expectativa de aumento significativo a longo prazo.

A Transfero anunciou a criação da Transfero Payment Network (TPN), uma solução de orquestração de pagamentos que utiliza algoritmos para escolher a rota mais eficiente entre redes como Pix, Swift e blockchains de stablecoins. O objetivo é reduzir a fragmentação do mercado internacional de pagamentos.

A empresa, famosa por infraestrutura cripto, expande atuação para conectar múltiplas redes, incluindo Circle Payments Network, t-0 Network, Ripple e Fireblocks Network, além de stablecoins, bancos locais e provedores de liquidez. A operação se dá via um modelo Banking as a Service.

A TPN opera com a stablecoin BRZ, emitida pela Transfero e lastreada em moeda fiduciária brasileira. O serviço utiliza 16 blockchains diferentes, transformando a dispersão em vantagem operacional por meio da coordenação entre redes.

O fundador e CEO Claudio Just afirma que a solução elimina a necessidade de fragmentar projetos em várias tecnologias. Quatro redes já estão ativas: Circle Payments Network, t-0 Network, Ripple e Swift, com objetivo de chegar a sete redes até o fim do ano.

As transferências começarão no Brasil, com expansão prevista para Europa, Estados Unidos e Ásia. A plataforma usa inteligência algorítmica para avaliar custo, velocidade, liquidez e disponibilidade das redes em tempo real.

Just ressalta que as redes devem competir dentro da TPN, buscando oferecer melhores preços, prazos de liquidação e maior alcance de pagamento. O modelo atual representa cerca de 30% da receita da Transfero, que somou US$ 12 milhões em 2025.

A expectativa é aumentar consideravelmente a receita de pagamentos no longo prazo, com foco no crescimento da Ásia e na expansão de infraestrutura. Ainda não há números de redução de custos para clientes, devido à fase de testes de novas redes.

No desenho da plataforma, a Transfero busca oferecer todas as camadas necessárias para operações de câmbio, stablecoins e liquidez em uma única solução integrada, ampliando a eficiência do fluxo financeiro.

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