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Chile e Costa Rica lideram o índice de prosperidade na América Latina

Chile e Costa Rica lideram índice de prosperidade na América Latina e Caribe; Brasil e México ficam no meio, Haiti e Venezuela na base

Vista de San José, Costa Rica, em 21 de novembro de 2025.
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  • Chile e Costa Rica lideram o Grupo A1 no índice de prosperidade do IMD, avaliando 34 economias da América Latina e do Caribe.
  • Brasil e México aparecem em níveis intermediários (B1/B2), enquanto Haiti e Venezuela ficam na base do ranking.
  • O índice utiliza 78 indicadores, distribuídos em quatro pilares: desafios econômicos, governança e instituições, empoderamento social e dinâmica empresarial.
  • Mostra que prosperidade não depende apenas da renda per capita; economias com rendas semelhantes ficam em posições diferentes.
  • Três padrões identificados: credibilidade institucional sem crescimento empresarial, boa governança sem desenvolvimento suficiente das empresas e renda alta com inclusão social limitada. Costa Rica lidera em produtividade; Brasil e México aparecem com desempenho misto entre governança e mercado.

O Chile e a Costa Rica aparecem no topo do Índice de Prosperidade do IMD, liderando o grupo A1 entre 34 economias da América Latina e Caribe. Brasil e México ocupam faixas intermediárias, enquanto Haiti e Venezuela ficam nas bases do ranking. O estudo considera 78 indicadores em quatro pilares.

A pesquisa, publicada pelo IMD, avalia governança, instituições, empoderamento social e dinâmica empresarial. O objetivo é medir não apenas renda, mas a capacidade de transformar oportunidades em produtividade sustentável. A metodologia vai de A1 a D2.

Segundo o levantamento, o Chile e a Costa Rica apresentam as melhores pontuações em produtividade e governança. Outros países do grupo alto incluem Bahamas, Barbados, Panamá e Uruguai, todos com desempenhos diferenciados em cada pilar.

Entre os níveis intermediários, destacam-se Brasil, Argentina, México, Colômbia, Peru e Uruguai. Já na base, aparecem Bolívia, Guatemala, Nicarágua, Haiti e Venezuela, com desequilíbrios em várias dimensões.

O relatório aponta que fragilidades na gestão empresarial e na inovação prejudicam a competitividade regional. A mensagem central é de que prosperidade não depende apenas da renda per capita, mas de capacidades de gestão e integração.

O estudo indica três padrões gerais para explicar a estagnação: crescimento sem credibilidade institucional, governança forte sem vigor empresarial e renda elevada com baixa inclusão social. Esses fatores ajudam a entender as desigualdades regionais.

Na área de governança, Uruguai e Costa Rica aparecem como destaques, enquanto Haiti e Venezuela ficam nas posições inferiores. O Panamá, apesar de renda alta, registra limitações estruturais em outros aspectos.

A dinâmica empresarial é apontada como principal gargalo. Costa Rica lidera em produtividade; Honduras e El Salvador apresentam baixos índices de criação de novas empresas. Persistem desigualdades em saúde, educação e acesso digital.

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