- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que haverá integração semanal entre o FMI, o Banco Mundial e a Fazenda para avaliar e propor medidas diante dos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
- O objetivo é agir “à luz do debate internacional” e orientar decisões do Brasil nesse contexto.
- Durigan disse que os avanços no diálogo internacional são positivos, mesmo com a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã.
- Ele destacou a necessidade de cautela para que os desdobramentos sejam críveis para países e para o mercado.
- Mesmo com a reabertura, o processo de normalização do fluxo de petróleo global tende a levar tempo.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que haverá uma integração semanal entre equipes do FMI, do Banco Mundial e da Fazenda para avaliar e propor medidas no Brasil, à luz do debate internacional, diante da guerra no Oriente Médio.
Durigan destacou que o avanço dos entendimentos internacionais é positivo, mesmo com a notícia de que o Irã reabriria o Estreito de Ormuz. Ele alertou que ainda é preciso cautela para que os desdobramentos sejam críveis para países e mercados.
Em Washington, o ministro apontou que as discussões envolvem Estados Unidos, Israel, Irã e países da região. Mesmo com o anúncio de cessar fogo, ele afirmou que é fundamental buscar um acordo mais definitivo e estável, capaz de sustentar as expectativas.
Reabertura do Estreito de Ormuz
Mesmo assim, Durigan ressaltou que, mesmo com a reabertura, a normalização do fluxo de petróleo global tende a levar tempo, impactando projeções de oferta e preço no curto prazo. A agenda bilateral segue com monitoramento constante.
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