- Martins Kazaks, membro do Conselho do BCE, afirma que o próximo movimento de juros pode não ser uma alta.
- Ele não vê motivo para contestar a expectativa do mercado de dois aumentos neste ano, mas admite que é apenas um dos cenários.
- Existem várias possibilidades para a direção da política monetária daqui em diante.
- Os policymakers ainda têm tempo para avaliar os impactos econômicos do conflito no Irã.
O membro do Conselho do BCE, Martins Kazaks, afirmou que o próximo movimento da instituição não precisa ser um aumento de juros, contrariando a ideia de uma alta imediata. A mensagem sugere cautela sobre o caminho da política monetária.
Ele diz que não há motivo para duvidar das expectativas do mercado de dois aumentos neste ano, mas ressalva que esse é apenas um dos cenários possíveis. A projeção depende de como evoluirem os dados econômicos.
Enquanto isso, os formuladores de política monetária ainda têm tempo para avaliar os danos econômicos provocados pela guerra no Irã. O impacto sobre inflação, crescimento e finanças públicas permanece sob análise.
As declarações chegam em um contexto de incerteza global e de vigilância sobre novas leituras de dados macroeconômicos. O BCE acompanha sinais de demanda, câmbio e condições financeiras.
Entre na conversa da comunidade