- A reabertura do estreito de Ormuz permitiu a circulação de navios, em ritmo lento, e ajudou a desacelerar a cotação do petróleo.
- O barril foi cotado a US$ 86, menor valor em mais de um mês, desde 10 de março, quando estava a US$ 87,80.
- Antes da guerra, o barril ficava em torno de US$ 77; durante o conflito, chegou a bater US$ 118. O preço do gás também caiu.
- Os mercados reagiram positivamente: Londres atingiu o maior patamar desde o início da guerra; Alemanha e França tiveram alta, e os índices americanos subiram (Dow Jones 1,8% e Nasdaq 1,5%).
- Segundo o The Guardian, as 100 maiores petroleiras do mundo tiveram ganhos de até US$ 30 milhões por hora desde o início do conflito.
O estreito de Ormuz voltou a permitir passagem de navios, após fases de interrupção durante o conflito. Com a reabertura, os mercados globais reagiram de forma positiva, refletindo menor nervosismo sobre o abastecimento de petróleo.
O preço do petróleo caiu significativamente, marcando a maior queda em semanas. O barril foi negociado a aproximadamente 86 dólares, o menor em mais de um mês, com quedas em outras commodities, como o gás.
Na sessão de mercados, Londres fechou em alta, estendendo ganhos do início da guerra. Alemanha e França também registraram elevações. Nos EUA, Dow Jones subiu 1,8% e Nasdaq avançou 1,5%.
A passagem pelo estreito de Ormuz é controlada pela Guarda Revolucionária, que determina quais navios podem seguir. Cargueiros com registro americano têm passagem liberada, mas o Irã limitou a presença da marinha dos EUA na região.
Não há previsão de quando o fluxo de transporte na região voltará aos níveis anteriores à guerra, segundo análises de especialistas. A volatilidade dos preços segue como risco ligado ao cenário geopolítico.
Segundo The Guardian, a instabilidade afeta empresas: as 100 maiores petroleiras do mundo teriam visto ganhos de até 30 milhões de dólares por hora desde o início do conflito.
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