- Bolsas de Nova York atingiram novos recordes na sessão de ontem, impulsionadas pela percepção de possível acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito.
- O presidente da distrital da Filadélfia do banco central, Patrick Harker, disse que os indicadores econômicos dos EUA evoluíram conforme o esperado.
- O otimismo nos índices não se refletiu em outros mercados, e o preço do petróleo voltou a ficar próximo de US$ 100 por barril.
- No Brasil, o Ibovespa caiu, com investidores cautelosos diante do tráfego fechado no Estreito de Hormuz.
- A continuidade do bloqueio no estreito alimenta cautela entre investidores locais e globais.
As bolsas de Nova York atingiram novas máximas na sessão de ontem, impulsionadas pela visão de que EUA e Irã podem chegar a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. O otimismo ajudou a sustentar os ganhos no mercado acionário.
O ritmo do pregão refletiu a percepção de que a pacificação regional pode favorecer ativos globais, mesmo com volatilidade em setores como petróleo e câmbio nas últimas semanas.
Para Patrick Harker, presidente da distrital da Filadélfia do banco central americano, os indicadores econômicos dos EUA vêm evoluindo como esperado, sem sinais de desaceleração abrupta.
Os preços do petróleo voltaram a ficar próximos de 100 dólares por barril, sinalizando um mercado mais firme diante do cenário geopolítico e de combustíveis em geral.
No Brasil, o Ibovespa registrou queda, com o tráfego no Estreito de Ormuz permanecendo interrompido e a cautela entre investidores locais aumentando frente a incertezas globais.
Entre na conversa da comunidade