- O ouro para entrega em junho fechou em alta de 1,48%, a US$ 4.879,60 por onça-troy, na Comex.
- Na semana, o metal subiu 1,98%, marcando a quarta alta semanal seguida.
- O Irã anunciou que a passagem pelo Estreito de Ormuz segue aberta durante o cessar-fogo, enquanto o petróleo caiu mais de 10%.
- O tom conciliador de Donald Trump e o dólar mais fraco no exterior também contribuíram para o movimento do ouro.
- Analistas lembram que o ouro atua como proteção contra a inflação e diversificação de carteira, com expectativa de maior afrouxamento monetário pelo Federal Reserve ainda neste ano.
O ouro fechou em alta na Comex, com entrega prevista para junho. A valorização foi de 1,48%, a US$ 4.879,60 por onça-troy. O movimento ocorreu após sinais de alívio inflacionário e desvalorização do dólar.
O Ministério iraniano informou que a passagem pelo Estreito de Ormuz permanece aberta durante o cessar-fogo, o que derrubou os preços do petróleo em mais de 10%. O tom do presidente dos EUA, Donald Trump, também foi mais conciliador.
Na semana, o ouro acumula ganho de 1,98%, marcando a quarta alta semanal consecutiva. A queda do dólar e a demanda global por ativos de proteção contribuíram para o movimento no metal.
Contexto macro e fatores de curto prazo
Para o UBS, o ouro atua como proteção contra inflação e como diversificador de portfólio, com perspectivas de demanda de bancos centrais e investidores globais.
O banco aponta ainda que o aperto monetário menos intenso nos EUA e o eventual afrouxamento futuro podem sustentar o interesse pelo metal precioso. O cenário é beneficial para o ouro no curto prazo.
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