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Petrobras adquire 75% da Oranto no bloco 3 offshore de São Tomé e Príncipe

Petrobras passa a deter 75% do bloco 3 offshore de São Tomé e Príncipe, com Oranto 15% e ANP-STP 10%, fortalecendo exploração no continente

Petrobras compra 75% de participação da Oranto no bloco 3 offshore de São Tomé e Príncipe
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  • A Petrobras informou, nesta sexta-feira, 17, a aquisição de setenta e cinco por cento de participação no bloco três, offshore de São Tomé e Príncipe, da Oranto Petroleum Limited.
  • Anteriormente, a Oranto era operadora com noventa por cento e a Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP-STP) detinha dez por cento; com o negócio, o consórcio passa a ter Petrobras operando com setenta e cinco por cento, Oranto com quinze por cento e ANP-STP com dez por cento.
  • A operação reforça a atividade exploratória no continente africano, visando diversificação de portfólio e recomposição de reservas por meio de novas fronteiras e parcerias.
  • A Petrobras passou a atuar na África desde 2024 e já possui participação em blocos em São Tomé e Príncipe.
  • A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias de São Tomé e Príncipe.

A Petrobras informou nesta sexta-feira que fechou a compra de 75% da participação no bloco 3, offshore de São Tomé e Príncipe, adquirido da Oranto Petroleum Limited. A operação envolve a mudança na posição de operadora do bloco.

Antes, a Oranto detinha 90% do negócio e a Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP-STP) tinha 10%. Com a transação, o consórcio passa a ter Petrobras como operadora com 75%, Oranto com 15% e ANP-STP com 10%.

A companhia destacou que a operação reforça a atuação exploratória no continente africano, com foco na diversificação de portfólio e na recomposição de reservas por meio de novas fronteiras e parcerias.

Nova configuração do consórcio

A Petrobras afirma que a aquisição observou os trâmites de governança interno e está alinhada ao Plano de Negócios 2026-2030. A conclusão depende de condições precedentes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias de São Tomé e Príncipe.

Desde 2024, a Petrobras retomou atividades na África e já participa de blocos em São Tomé e Príncipe, ampliando sua presença na região conforme seus objetivos estratégicos.

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