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Vale tem maior venda de minério de ferro no 1º tri desde 2018 com alta de preços

Vendas de minério de ferro da Vale sobem 3,9% no primeiro trimestre, para 68,7 milhões de toneladas, maior volume desde 2018, com produção recorde de S11D e Brucutu

Veículos autônomos operam na maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, administrada pela Vale, no Pará (Crédito: Jorge Silva/Reuters)
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  • A Vale vendeu 68,7 milhões de toneladas de minério de ferro no 1º tri, alta de 3,9% ante o mesmo período de 2025, maior volume para o período desde 2018.
  • A produção de minério de ferro ficou em 69,7 milhões de toneladas, alta de 3%; destaque para S11D, no Pará, Brucutu, em Minas Gerais, e avanços de Capanema e VGR1.
  • Sistema Sudeste: produção +19,2% (a 19,2 milhões de toneladas); Sistema Norte: queda de 3,6% (a 33,2 milhões de t); Sistema Sul: queda de 2% devido a chuvas; Omã teve pausas na pelletização e Sohar, suspensão de construção, com retomada prevista para o fim do terceiro trimestre.
  • Pelotas somaram 8,2 milhões de toneladas, +13,7%; vendas de pelotas, 7,7 milhões de toneladas, +2,7%.
  • Preços médios: finos de minério de ferro a US$ 95,8 por tonelada, +5,5%; pelotas a US$ 133,8 por tonelada, -5%; prêmio all-in a US$ 6,2 por tonelada.
  • Guidance mantido: produção de minério de ferro entre 335 milhões e 345 milhões de toneladas; aglomerados entre 30 milhões e 34 milhões de toneladas.

A Vale anunciou que suas vendas de minério de ferro no primeiro trimestre cresceram 3,9% ante o mesmo período de 2025, para 68,7 milhões de toneladas. O crescimento ocorreu em meio à elevação da produção de novos ativos em Minas Gerais e ao cenário de preços mais favoráveis.

A produção total de minério de ferro da companhia ficou em 69,7 milhões de toneladas, 3% acima do 1º tri de 2025. O desempenho foi puxado pelas minas S11D, no Pará, Brucutu, em MG, e pelos avanços dos projetos Capanema e VGR1.

Desempenho por sistema

No Sudeste, a produção subiu 19,2% na base anual, para 19,2 milhões de toneladas, com ramp-up de Capanema e melhoria em Brucutu, além de menos paradas em Itabira.

No Norte, houve queda de 3,6%, para 33,2 milhões de toneladas, pela menor disponibilidade de run-of-mine em Serra Norte, mesmo com recorde do S11D para o período (19,9 milhões de t).

Pelotas e logística

A produção de pelotas somou 8,2 milhões de toneladas, alta de 13,7%, com destaque para Tubarão. As vendas de pelotas atingiram 7,7 milhões de toneladas, alta de 2,7%.

A produção de pelotização em Omã foi interrompida para manutenção; a obra em Sohar foi suspensa. De acordo com a Vale, disputas logísticas no Oriente Médio podem atrasar operações, com retomada prevista para o fim do terceiro trimestre.

Orientação e preços

O pellet feed destinado a Omã será redirecionado para Tubarão e para vendas de finos, sem alterações no guidance de aglomerados para 2026, mantido entre 30 e 34 milhões de toneladas. A produção de minério para 2026 permanece entre 335 e 345 milhões de t.

O preço médio de finos ficou em US$ 95,8 por tonelada no trimestre, +5,5% na base anual. Pelotas registraram US$ 133,8 por t, -5%. O prêmio all-in do minério subiu para US$ 6,2 por t.

Outros metais

A produção de cobre cresceu 12,5%, para 102,3 mil t, com vendas de 91,2 mil t, o melhor volume de 1º tri desde 2017, impulsionado por Salobo e Sossego. A produção de níquel avançou 12,3%, para 49,3 mil t, com vendas de 44,8 mil t.

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