- 26 estados informaram que vão aderir à proposta de subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado.
- Rondônia é o único estado ainda pendente de confirmação, segundo o presidente em exercício, Geraldo Alckmin.
- As adesões devem ser formalizadas até quarta-feira, 22 de abril.
- A subvenção será dividida em R$ 0,60 pagos pelo governo federal e R$ 0,60 pelos governos estaduais, com contrapartida proporcional ao consumo de diesel de cada unidade.
- O programa terá validade de até dois meses, em contexto de pressão de preço devido à guerra no Irã.
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou que 26 Estados informaram que vão aderir à proposta de subvenção de 1,20 por litro para o diesel importado. Rondônia permanece como único Estado ainda pendente de confirmação, segundo apuração do Valor junto à equipe econômica. A adesão deve ser formalizada até quarta-feira (22).
Alckmin explicou que não há obrigação de participação e que o objetivo é manter o abastecimento sem elevar os preços. A proposta prevê que, se o ICMS pago pelo Estado for reduzido em 0,32, o governo federal também reduzirá 0,32 para reduzir impactos sobre o diesel. A lógica é evitar alta de preços no curto prazo.
A medida estabelece uma subvenção de 1,20 por litro, com 0,60 custeados pelo governo federal e 0,60 pelos governos estaduais. A contrapartida estadual será proporcional ao volume de diesel consumido em cada unidade da federação, com critérios a serem definidos. O benefício terá duração de até dois meses.
Situação atual da adesão
O governo confirmou o prazo de formalização e destacou o cenário externo, incluindo pressões de preços decorrentes da guerra no Irã. A intenção é mitigar impactos sobre o custo do diesel diante do contexto internacional, mantendo o abastecimento estável.
Alckmin visitou concessionárias em Valparaíso de Goiás antes de anunciar o balanço. A fala foi de que alcançar unanimidade entre os estados seria desejável, mas a adesão não é obrigatória. O pedido é que as unidades federativas completem o processo até o dia 22 de abril.
A avaliação do governo aponta para a importância de atuação coordenada entre União e estados para reduzir volatilidade de preços. Passageiros, caminhoneiros e setores industriais devem acompanhar a evolução do programa e o cumprimento dos compromissos.
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