- Alckmin, presidente em exercício, disse que não há decisão do governo sobre a taxa das blusinhas e que o tema continua sendo decisão do Congresso Nacional.
- Em visita a uma concessionária em Valparaíso de Goiás, ele não abriu nova posição, mantendo o assunto sob avaliação.
- A taxa de vinte por cento sobre mercadorias importadas de até cinquenta dólares foi criada pelo governo de Lula após aprovação do Congresso; aliados defendem derrubá-la neste ano, por impopularidade em ano eleitoral.
- Sobre reduzir a jornada de trabalho, Alckmin mencionou tendência mundial de trabalhar menos com o avanço tecnológico e disse que o tema será debatido pelo Congresso.
- O Congresso deverá decidir sobre como implantar ou escalonar eventuais mudanças, sem posição imediata do governo.
Geraldo Alckmin, presidente em exercício, voltou a comentar a taxação sobre mercadorias importadas conhecida como taxa das blusinhas. Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, na quinta-feira, ele defendeu o imposto como medida para dar competitividade à indústria brasileira e gerar empregos no país.
No sábado, ao ser questionado sobre o tema, o dirigente limitou-se a dizer que cabe ao Congresso Nacional decidir e que não há posição do governo sobre o assunto. Ele fez as declarações após visita a uma concessionária em Valparaíso de Goiás, a cerca de 35 km de Brasília.
A taxa das blusinhas, de 20% sobre mercadorias importadas de até 50 dólares, foi criada pelo governo de Lula após aprovação do Congresso. Aliados do governo defendem sua derrubada neste ano, destacando a impopularidade da medida em ano eleitoral.
Alckmin também foi questionado sobre a possibilidade de reduzir a jornada de trabalho. Ele afirmou que há uma tendência mundial de reduzir a escala com o avanço tecnológico, o que permitiria fazer mais com menos pessoas. Disse que essa é uma discussão que o Congresso Nacional deverá tratar, avaliando opções de implantação ou escalonamento conforme a atividade.
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