- Geraldo Alckmin, presidente em exercício, evitou comentar nova posição sobre a revogação da taxa para compras internacionais de até US$ 50, dizendo que a decisão cabe ao Congresso.
- O pronunciamento ocorreu após ele participar de um evento em Valparaíso de Goiás, a cerca de 35 quilômetros de Brasília.
- Grupos do governo defendem derrubar o imposto ainda neste ano, em meio à pressão por impacto eleitoral.
- Na quinta-feira anterior, Alckmin havia defendido a cobrança, afirmando que ela aumenta a competitividade da indústria brasileira e gera empregos.
- Sobre a jornada de trabalho, ele mencionou uma tendência mundial de redução por causa da tecnologia, e o Congresso vai debater como isso pode ocorrer, de forma direta ou escalonada.
O presidente em exercício do Brasil, Geraldo Alckmin (PSB), evitou comentar a revogação da taxa sobre compras internacionais de até 50 dólares. Ele afirmou que a decisão cabe ao Congresso Nacional e que ainda não houve definição, durante entrevista após um evento em Valparaíso de Goiás, a cerca de 35 km de Brasília.
A reportagem aponta pressões internas no governo para derrubar o imposto ainda neste ano, em meio à impopularidade da medida durante o período eleitoral. O tema tem gerado debate entre integrantes da gestão Lula PT, com diferentes leituras sobre impacto na indústria e geração de empregos.
Alckmin já havia defendido a cobrança na última quinta-feira, em entrevista no Palácio do Planalto, afirmando que a taxa aumenta a competitividade da indústria brasileira e ajuda na criação de empregos. A cobrança, conhecida popularmente como Taxa das blusinhas, incide sobre importações de baixo valor com alíquota de 20%.
Jornada de trabalho
O presidente em exercício também mencionou a possibilidade de redução da jornada de trabalho, afirmando que há tendência mundial de diminuir a escala por conta do avanço tecnológico. Segundo ele, a tecnologia permite produzir mais com menos pessoas, o que pode levar a mudanças no ritmo de trabalho.
O Congresso Nacional deve discutir mudanças nas leis trabalhistas, avaliando se a redução ocorrerá de forma direta ou de maneira escalonada por tipo de atividade. A Câmara e o Senado devem decidir os próximos passos, segundo Alckmin.
*(Com informações da agência Estadão Conteúdo)*
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