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CNI busca dobrar o comércio Brasil-Alemanha em cinco anos

CNI defende dobrar o comércio Brasil-Alemanha em cinco anos, citando mais de US$ 20 bilhões já levantados e potencial do acordo Mercosul-UE após reunião em Hannover

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou durante reunião em Hannover (Alemanha) que a relação econômica bilateral entre Brasil e Alemanha não atingiu seu máximo potencial
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  • A CNI disse que é necessário dobrar o comércio bilateral entre Brasil e Alemanha nos próximos cinco anos, após levantar mais de US$ 20 bilhões com a parceria entre os dois países.
  • A declaração foi feita durante a 52ª Comissão Mista de Cooperação Econômica Brasil-Alemanha, em Hannover (Alemanha).
  • O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que a relação ainda não atingiu seu máximo potencial, mas pode avançar com o acordo Mercosul-UE.
  • Entre os temas discutidos estavam a aplicação provisória do Mercosul-UE, acordo para evitar dupla tributação e projetos de inteligência artificial, descarbonização e biocombustíveis.
  • Alban reforçou que o Brasil quer ser parceiro de desenvolvimento tecnológico, com a matriz energética brasileira ajudando na descarbonização industrial europeia.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, disse que a relação econômica entre Brasil e Alemanha ainda não atingiu todo o seu potencial, mesmo com ganhos já obtidos pela parceria bilateral. A declaração foi dada durante reunião em Hannover, integrada à 52ª Comissão Mista de Cooperação Econômica Brasil-Alemanha.

A CNI afirmou que é necessário dobrar o volume de comércio entre os dois países nos próximos cinco anos. A entidade aponta que já foram levantados mais de US$ 20 bilhões em razão da cooperação bilateral.

Participantes e temas discutidos

Entre os presentes estavam Ricardo Alban, presidente da CNI; Márcio Elias Rosa, ministro da Indústria; Maria Laura da Rocha, secretária-geral das Relações Exteriores; Thomas Schmall, presidente do Comitê da Economia Alemã para a América Latina; e Stefan Rouenhoff, secretário de Estado do Ministério da Economia e Energia da Alemanha.

No encontro, foram tratadas ações para aplicação provisória do acordo Mercosul-UE, além de temas como acordo para evitar dupla tributação, projetos de IA, descarbonização e biocombustíveis.

Alban ressaltou que o Brasil não pretende ser apenas fornecedor de insumos, mas parceiro em desenvolvimento tecnológico, destacando a matriz energética brasileira como potencial auxiliar na descarbonização industrial europeia.

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