- A CNI afirmou que é preciso dobrar o comércio com a Alemanha nos próximos cinco anos, partindo de um volume atual de US$ 20 bilhões.
- Representantes do Brasil e da Alemanha estiveram reunidos na 52ª Comissão Mista de Cooperação Econômica Brasil-Alemanha (Comista), em Hannover, durante a Hannover Messe.
- Os participantes discutiram a aplicação provisória do Acordo Mercosul-UE, o Acordo para Evitar a Dupla Tributação e o apoio a projetos de digitalização, inteligência artificial, descarbonização e biocombustíveis.
- A Comista faz parte de agendas estratégicas na Alemanha, com foco em energia, sustentabilidade, tecnologia e investimentos para fortalecer laços comerciais.
- O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o Brasil pode ser parceiro estratégico da Alemanha, destacando previsibilidade, estabilidade democrática e segurança energética, além de propor um projeto-piloto em biocombustíveis para avaliar o potencial da parceria.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) propõe dobrar o comércio com a Alemanha nos próximos cinco anos. O volume atual é superior a US$ 20 bilhões. A ideia foi apresentada durante a 52ª Comissão Mista de Cooperação Econômica Brasil-Alemanha (Comista) em Hannover, na Alemanha.
Representantes do governo e da indústria brasileira e alemã participaram do encontro, que ocorreu no âmbito da Hannover Messe. O objetivo é fortalecer laços comerciais e ampliar investimentos nos setores de energia, sustentabilidade, tecnologia e descarbonização.
Entre os temas discutidos estiveram a aplicação provisória do Acordo Mercosul-UE, o Acordo para Evitar a Dupla Tributação (ADT) e apoio a projetos de digitalização, inteligência artificial, biocombustíveis e descarbonização industrial.
Avanços e propostas
O presidente da CNI, Ricardo Alban, ressaltou que o Brasil pode se tornar parceiro estratégico da Alemanha, oferecendo previsibilidade, estabilidade democrática e segurança energética. Segundo ele, o país não quer ser apenas fornecedor de insumos, mas parceiro na criação de valor e desenvolvimento tecnológico.
Alban destacou a matriz energética brasileira como diferencial para a descarbonização da indústria europeia. Como encaminhamento, a CNI propôs um projeto-piloto Brasil-Alemanha em biocombustíveis para avaliar o potencial de cooperação.
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