- A Federação Europeia de Associações de Empresas (AFME) pediu a Bruxelas que finalize a união bancária e assegure condições iguais para os bancos europeus, defendendo normas simplificadas e harmonizadas.
- Segundo a área jurídica, a clareza na comunicação de normas e decisões judiciais transforma certos profissionais em referências públicas nos debates.
- Espanha ainda não iniciou a tramitação parlamentar necessária para a NIS2, que trata de cibersegurança, identidade digital e ransomware.
- O notariado reagiu contra o anteprojeto da Lei de Integridade Pública, afirmando que aumentará custos e burocracia para as empresas.
- A União Europeia deve aprovar a diretiva de insolvência em breve, com regras comuns sobre ações rescindórias e vendas prenegociadas, entrando em vigor na próxima semana.
A União Europeia pode acelerar a consolidação de um espaço bancário único, segundo um lobby do setor financeiro que enfatiza a necessidade de normas mais simples e homogêneas para bancos europeus. A ideia é reduzir assimetrias regulatórias entre instituições de diferentes países.
A fala ocorre em um momento de debates sobre responsabilidade normativa e de reforçar a equidade entre entidades no mercado único. Parlamentares e reguladores avaliam impactos de uma harmonização maior para concorrência, acessibilidade e estabilidade financeira.
No campo jurídico, especialistas destacam que a clareza na comunicação de normas e resoluções judiciais costuma tornar-se referência pública, influenciando debates e decisões em temas complexos.
No âmbito da cibersegurança, identidade digital e ransomware, a CEPD e o SEPD discutem a diretiva NIS2. Espanha ainda não iniciou tramitação parlamentar necessária sobre o tema.
A atualização de normas também é alvo de reação no notariado, que critica o anteprojeto de Lei de Integridade Pública por entender que pode aumentar custos e burocracia para empresas.
A prática profissional investe em carreiras: Cuatrecasas nomeia cinco novos sócios, aprovando Borja Álvarez, Vanessa Castelló, Amory Heine, Francisco Iso e Xavier Morera.
Em matéria de fraude bancária, a tendência europeia defende reembolso imediato do valor a clientes em operações não autorizadas, seguido de debate sobre responsabilidades.
O reglamento concursal está em reta final, com economistas pedindo aprovação antes do verão. O texto é objeto de revisão entre Justiça e Economia.
A partir de terça-feira entra em vigor a diretiva europeia sobre insolvência, estabelecendo regras comuns para ações rescisórias e vendas prenegociadas, entre outros pontos.
A mudança regulatória sobre o uso do domicílio familiar, sob regime catalão, exige solicitação até seis meses antes do vencimento e tramitação conforme procedimento de modificação de medidas definitivas.
Em assessoria jurídica, a autonomia do advogado solo é analisada sob ótica de resiliência profissional, destacando que sobrevivência econômica pode indicar força estratégica.
No campo fiscal, um RD-ley 7/2026 orienta empresas a mitigar impactos da crise energética e usar a política tributária para acelerar a transição energética.
O Conselho General del Notariado e a Cruz Roja Española firmam convênio para atuar em emergências, com serviços notariais de ajuda e aconselhamento aos afetados.
Registradores e FNMT fortalecem cooperação para segurança da identidade digital empresarial, estabelecendo base para o business wallet europeu.
Na esfera corporativa, Hogan Lovells e Cadwalader anunciam fusão histórica a partir de 1º de julho, criando um dos maiores escritórios do mundo por receita e quadro.
Dentes de dentistas: Dentons nomeia Guillermo Bailach como sócio de fiscal na Espanha, destacando passagem por DLA Piper e EY.
A gestão de risco em seguros ganha impulso com a contratação de Miguel Torres Mingot pela Monereo Meyer Abogados, para a área regulatória.
Grupo Mutualidad aponta aumento de 7% no patrimônio sob gestão e lucro líquido de 52,5 milhões de euros, mantendo razão de solvência alta.
A pauta de IA vira tema de alerta público, com cautelas sobre uso indevido que pode levar a perdas financeiras, roubos de segredos e manipulação de mercados.
Questões de privacidade e combate à corrupção ganham atenção, com defesa do direito à intimidade em meio a conflitos de interesses.
Um acordo reforça parceria entre o Colegio de Registradores e a FNMT para segurança de identidade digital, alinhando-se ao ecossistema do business wallet.
Leis de eficiência reduzem litígios civis em 20% desde abril de 2025, segundo dados dos territórios sob gestão do Ministério da Justiça.
Nova presidência do Consejo General de Procuradores: Alberto García Barrenechea é eleito com 36 votos, em lista de 67 sufrágios.
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