- O volume de investimentos em hotéis no primeiro trimestre foi de 900 milhões de euros, com 25 ativos vendidos e 3.500 quartos negociados.
- Baleares respondeu por 57% do volume, com Ibiza respondendo por cerca de 41% do total nacional.
- A operação mais relevante foi o hotel Corso, em Ibiza, adquirido pelo fundo Blasson por 150 milhões, dos quais 40 milhões devem ser usados na reforma.
- O preço médio por quarto subiu para 237 mil euros no trimestre, com ativos de cinco estrelas influenciando o valor, como o Meliá Bilbao, adquirido por 63 milhões e resultando em 300 mil euros por quarto.
- O investidor nacional liderou as transações, respondendo por 79% do volume, fortalecendo a posição da Espanha como destino de investimentos hoteleiros.
O mercado de investimentos em hotelaria manteve o ritmo de recuperação no primeiro trimestre, alcançando 900 milhões de euros em operações. Ao todo, foram 25 ativos vendidos e 3.500 quartos negociados. A tendência aponta para um ano histórico, considerando o volume ainda aberto ao mercado.
Entre as transações de destaque está o hotel Corso, em Ibiza, comprado pelo fundo Blasson por 150 milhões de euros, sendo 40 milhões destinados à reforma. Baleares respondeu sozinha por 57% do volume investido entre janeiro e março.
Ibiza representou cerca de 41% do total nacional no trimestre, enquanto Mallorca e Menorca mostraram forte atuação, consolidando a banca balear como eixo do mercado. Em 2025, Canarias foi o destino com maior volume, mas houve mudança de liderança.
O valor médio por quarto veiculado nas operações subiu significativamente, refletindo a qualidade dos ativos negociados. O indicador encerrou o trimestre em 237 mil euros por quarto, com exemplos de símbolo alto, como o Meliá Bilbao, adquirido por 63 milhões.
O negócio envolve ativos de cinco estrelas, o que elevou o preço por unidade de hospedagem. A transação do Meliá Bilbao resultou em uma média de 300 mil euros por quarto, destacando o peso de redes premium no mercado.
O investidor nacional manteve a dianteira, respondendo por 79% das operações no período, 13 pontos acima de fim de 2025. A visão é de que o mercado espanhol reitera resistência a turbulências e oferece solidez operacional aos turistas.
Segundo Alberto Martín, diretor de investimento da Christie & Co Espanha & Portugal, o país continua como referência para o segmento, com fluxo sólido de capital e perspectivas de continuidade da demanda internacional.
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