- O Renault Kwid E-Tech pode deixar o Brasil, dificultado pela falta de unidades nas concessionárias.
- Mesmo listado no site por R$ 99.990, o modelo aparece com baixa disponibilidade.
- Concessionárias não conseguem informar prazos e muitos já evitam novos pedidos.
- A Renault reorienta sua estratégia, passando a priorizar outros modelos eletrificados.
- O Geely EX2 passa a ocupar espaço nas lojas, enquanto o Kwid elétrico perde relevância comercial, e há indícios de interrupção gradual da importação.
(Informação apurada pelo Mundo do Automóvel para PCD.)
O Renault Kwid E-Tech pode sair de linha no Brasil devido à falta de estoque e ao avanço da Geely no segmento de elétricos, conforme apurado pelo Mundo do Automóvel para PCD. O modelo ainda aparece no site oficial por R$ 99.990, mas a disponibilidade nas concessionárias é rara.
Relatos de concessionárias indicam que não há prazos informados para reposição, e muitos — já — evitam novos pedidos. Com isso, a presença do Kwid nas lojas se torna cada vez mais restrita, elevando dúvidas sobre a continuidade do carro no mercado brasileiro.
Ao mesmo tempo, a Renault recalibra sua estratégia e direciona foco para outros veículos eletrificados. A mudança de prioridade interna reflete, inclusive, na vitrine das concessionárias: o Geely EX2 passa a ocupar espaço relevante e ofuscou o Kwid E-Tech.
Nova distribuição de espaços e impactos
Com a menor disponibilidade do Kwid E-Tech, a demanda pelo modelo elétrico tende a diminuir, ainda que continue entre os mais acessíveis do segmento. A ausência de novos lotes reforça a hipótese de interrupção gradual de importação.
A transição de foco dentro da rede oficial sinaliza, segundo especialistas, uma reorientação estratégica para modelos mais modernos, mesmo que com preço superior. A Movimentação indica ajuste do portfólio para atender a uma demanda crescente por opções elétrificadas.
A situação aponta para um panorama de mudança no mercado de usados e novos, com a preferência do varejo por modelos que combinam atualidade tecnológica e maior margem de vendas. Fontes do setor apontam que a tendência pode se consolidar.
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