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Indignação após soldado israelense vandalizar estátua de Jesus no Líbano

Incidente na fronteira sul da Líbano: soldado israelense vandaliza estátua de Jesus; IDF promete medidas disciplinares e cooperação com a comunidade cristã para restauração

The Israeli military said it viewed the soldier's actions with "great severity"
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  • Foto de um soldado israelense aparentemente golpeando uma estátua de Jesus com Marreta em Debel, sul do Líbano, viralizou.
  • O primeiro-ministro de Israel disse estar atônito e triste; o ministro das Relações Exteriores pediu desculpas a todos os cristãos.
  • O Exército de Israel afirmou ter visto o ato com grande gravidade e que medidas apropriadas serão tomadas, trabalhando para restaurar a estátua.
  • O pároco de Debel, o padre Fadi Flaifel, repudiou a profanação e afirmou que símbolos religiosos devem ser respeitados.
  • Milhares de tropas israelenses permanecem ocupando grande parte do sul do Líbano após um cessar-fogo mediado pelos EUA, em meio a deslocamentos e mortes de ambos os lados.

Foi publicada uma imagem de um soldado israelense aparentemente atingindo uma estátua de Jesus com um martelo na região sul do Líbano, gerando condenação internacional. A ação ocorreu em meio ao conflito entre Israel e o Hezbollah, que envolve várias áreas do sul libanês.

O governo de Israel expressou que o episódio foi tratado com gravidade e que a conduta do militar é incompatível com os padrões esperados de suas tropas. Líderes cristãos locais afirmaram repudir o ato e disseram que símbolos sagrados foram desrespeitados.

O tenente-general do Exército libanês declarou que autoridades locais investigam o caso e que medidas serão tomadas conforme a conclusão das apurações. A autoridade militar israelense informou que está cooperando com a comunidade cristã para restituir a estátua ao seu lugar.

Reações internacionais e contexto

O embaixador dos EUA em Israel enfatizou a necessidade de consequências rápidas e públicas para o ocorrido. O episódio ocorre em meio a um cessar-fogo mediado pelos EUA, vigente desde a sexta-feira, que interrompeu parcialmente seis semanas de confrontos entre IDF e Hezbollah.

Dados oficiais apontam que, desde o início da operação militar em 2 de março, mais de um milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, com mais de 2.290 mortes, incluindo crianças e profissionais de saúde. Em Israel, ataques de Hezbollah já deixaram mortos e feridos, conforme autoridades locais.

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