- Unicaja pretende aumentar em trinta por cento o balance do negócio de empresas até 2027, chegando a 10.000 milhões, com ativos totais em torno de 90.000 milhões, para competir em Madrid e Catalunha com bancos maiores.
- Lançada a marca Unicaja Empresas, que já atende quase 11.000 clientes por meio de mais de 30 centros especializados; a meta é crescer o número de clientes em dois dígitos nos próximos dois anos.
- Foco estratégico em Madrid e Catalunha, sem deixar de lado áreas como Galicia, País Vaso e Navarra; pretende crescer no negócio internacional e financiar o circulante, buscando 25% desse peso até 2027, ante 11% em início de 2025.
- A meta é elevar a participação de mercado em 0,5 ponto percentual, chegando a mais de 2% até 2027.
- Resultados: em 2025, lucro de 632 milhões de euros, alta de 10,3%; pay-out de 60% passa a 70%, com possibilidade de dividendos extras ou recompra de ações de até 25% adicionais em 2026-2027, condicionados a CET1 fully loaded de 16%.
Unicaja anunciou um plano estratégico para ampliar seu negócio de empresas, visando crescimento expressivo até 2027. A instituição projeta elevar o saldo total em 30%, atingindo 10 bilhões de euros nesse segmento. O objetivo é ampliar participação de mercado no país e competir com bancos maiores.
A instituição aponta que o novo esforço será apoiado por uma marca dedicada, Unicaja Empresas, criada para concentrar oferta e atendimento a grandes companhias. O grupo já atende quase 11.000 clientes nesse segmento por meio de mais de 30 centros especializados.
O foco do crescimento inclui cidades-chave como Madrid e Catalunha, sem deixar de lado Galicia, País Vasco e Navarra. A meta é acompanhar empresas na expansão internacional e financiar o circulante, buscando elevar esse peso para 25% até 2027, frente a 11% em 2025.
A Unicaja enfatiza que o negócio de empresas passa a ser um eixo prioritário, reunindo financiamento e consultoria especializada. O time atual conta com cerca de 280 profissionais, com planos de ampliar por meio de contratações e promoção interna.
A estratégia inclui expansão internacional e alianças, como a já existente com a gestora Kenta Capital, para financiar investimentos de PMEs por meio de um fundo de 50 milhões. O objetivo é apoiar o crescimento de clientes em várias frentes.
O banco informou que, em 2025, houve lucro de 632 milhões de euros, alta de 10,3% ante o ano anterior. Além disso, o payout subiu de 60% para 70%, com espaço para excedentes de capital destinados a dividendos especiais ou recompras de ações.
Para 2026 e 2027, a instituição admite possibilidade de distribuir até 25% a mais por meio de dividendos extras ou recompras, desde que haja capital suficiente e respeitando a CET 1 fully loaded de 16%.
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