- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Serviço Florestal Brasileiro, lançou edital de concessão florestal da Gleba Castanho, em Careiro, Amazonas.
- A área pública abrange quase sessenta mil hectares nos municípios de Manaquiri, Careiro e Beruri, no estado.
- As propostas devem ser entregues em seis de junho de dois mil e vinte e seis.
- Trata-se da primeira concessão de uma gleba pública federal para manejo florestal sustentável fora de uma unidade de conservação desde a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas, em dois mil e seis.
- O projeto prevê investimentos em infraestrutura superiores a vinte milhões de reais e setenta e cinco milhões de reais nos serviços de operação nos primeiros cinco anos, com aplicação definida após consulta às comunidades locais e aprovação dos Conselhos Municipais.
O BNDES, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Serviço Florestal Brasileiro lançaram oficialmente um edital para a concessão florestal da Gleba Castanho, área pública localizada em Careiro, no Amazonas. A área envolve quase 60 mil hectares distribuídos entre Manaquiri, Careiro e Beruri.
A iniciativa envolve ainda o Ministério, o BNDES e o SF Brasil, com apoio institucional para estruturar a concessão florestal de manejo sustentável na região amazônica.
As propostas devem ser entregues até 6 de junho de 2026, no município de Careiro, estado do Amazonas. A chamada ocorre no âmbito de um conjunto de ações do governo federal para parcerias públicas.
Trata-se da primeira concessão de uma gleba pública federal para manejo florestal sustentável fora de uma unidade de conservação desde a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas, em 2006.
O edital está inserido no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e compõe o Plano Plurianual de Outorga Florestal 2024–2027, com metas de longo prazo para o setor.
O projeto prevê investimentos superiores a 20 milhões de reais em infraestrutura, além de 57 milhões de reais em serviços de operação nos primeiros cinco anos da concessão.
A aplicação dos recursos será definida após consulta às comunidades locais e dependerá da aprovação dos Conselhos Municipais, segundo o edital.
Entre na conversa da comunidade