- Kevin Warsh, ex-diretor do Federal Reserve, afirmou em sabatina no Senado que os EUA ainda lidam com o legado de alta inflação da pandemia.
- Ele defende reformas estruturais para corrigir o problema inflacionário e um novo regime de inflação.
- Warsh foi indicado pelo presidente Donald Trump para assumir a presidência do Fed.
- Disse que, apesar de a inflação ter se tornado menos problemática do que antes, os trabalhadores ainda a sentem.
Kevin Warsh, ex-diretor do Federal Reserve e indicado por Donald Trump para liderar o banco central dos EUA, pediu reformas para enfrentar o legado da inflação gerada durante a pandemia. Em sabatina no Comitê Bancário do Senado, ele reforçou a necessidade de mudanças estruturais para estabilizar preços.
Durante a audiência, Warsh afirmou que, embora a inflação tenha recuado em relação aos piores momentos, trabalhadores ainda sentem seus efeitos. Ele defendeu um novo regime de inflação e mudanças profundas nas políticas para consertar a disparidade de preços observada nos últimos anos.
O ex-dirigente do Fed enfatizou que reformas estruturais são imprescindíveis para manter a credibilidade da política monetária e sustentar o crescimento econômico. A sabatina ocorreu em Washington, no Senado, com foco em avaliação de políticas e cenários futuros do Fed.
A defesa de Warsh ocorre em meio a discussões sobre o desenho institucional do Fed e o equilíbrio entre combate à inflação e suporte ao crescimento. O tema suscita debate entre perspectivas de reformas regulatórias, supervisão financeira e responsabilidade da autarquia.
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