- Tim Cook deixará o comando da Apple em 1º de setembro, passando a presidir o conselho; John Ternus assumirá como CEO.
- Em quinze anos à frente, o valor de mercado subiu de cerca de US$ 350 bilhões para US$ 4 trilhões, e a receita anual saiu de US$ 108 bilhões para mais de US$ 416 bilhões.
- A expansão do iPhone e o ecossistema da marca ajudaram a diversificar o negócio, com serviços acima de US$ 100 bilhões e o desenvolvimento do Apple Silicon.
- A Apple ampliou a presença global para mais de 200 países e territórios, com mais de 2,5 bilhões de dispositivos ativos.
- Desafios enfrentados na era Cook incluem ritmo menor em IA generativa, atrasos da Siri, recepção mansa do Vision Pro e o cancelamento do projeto de carro autônomo, que demandou cerca de US$ 10 bilhões.
Tim Cook deixará o comando da Apple em 1º de setembro, após 15 anos à frente da empresa. Ele passará a presidir o conselho, enquanto John Ternus assumirá como CEO. A mudança foi anunciada pela companhia.
Desde a nomeação em 2011, o valor de mercado da Apple subiu de cerca de US$ 350 bilhões para US$ 4 trilhões. A receita anual saiu de US$ 108 bilhões para mais de US$ 416 bilhões em 2025, sob a gestão de Cook.
A expansão global da Apple, a fidelização de clientes e o ecossistema interligado impulsionaram o desempenho. Produtos como iPhone, iPad e Mac ganharam novos acessórios e serviços, fortalecidos pela integração entre hardware e software.
Legado
Sob Cook, a empresa ampliou a presença em mais de 200 países, com mais de 2,5 bilhões de dispositivos ativos. A privacidade, a acessibilidade e iniciativas ambientais passaram a marcar a identidade corporativa.
A diversificação dos negócios ganhou peso com serviços como Apple Music, Apple TV+, Apple Pay, iCloud e App Store, que hoje respondem por mais de US$ 100 bilhões em receita.
Desafios
A Apple enfrenta críticas pela velocidade de evolução em IA generativa e por atrasos na Siri. O Vision Pro teve recepção morna, e o projeto do carro autônomo foi abandonado após investimentos bilionários.
Mesmo assim, lançamentos como Apple Watch e AirPods solidificaram o portfólio, mas não foram vistos como rupturas equivalentes às inovações do iPhone sob Jobs. John Ternus assume em breve o comando.
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