- O advogado Davi Tangerino assumiu nesta quarta-feira (22) a defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB.
- Tangerino também representa Vladimir Timermann, investidor que denunciou irregularidades no Master ao Ministério Público Federal em 2023; a PF abriu inquérito sobre o caso, que tramita em sigilo.
- Em fevereiro, o inquérito saiu da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros em São Paulo e foi encaminhado ao gabinete do ministro André Mendonça.
- Timermann também responde a ações penais em São Paulo; foi condenado em primeira instância por calúnia e stalking, e recorre da decisão.
- A defesa de Nelson Tanure negou envolvimento nas fraudes do Master, afirmando ter mantido apenas relações comerciais legítimas com a instituição.
O advogado Davi Tangerino assumiu nesta quarta-feira a defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB. Ele também é representante de Vladimir Timermann, investidor que denunciou o Master ao Ministério Público Federal em 2023. O inquérito corre em sigilo na PF.
Timermann foi um dos primeiros a apontar ilegalidades em fundos administrados pelo banqueiro Daniel Vorcaro, alvo do que se investiga no âmbito do Banco Master. A PF abriu apuração após as denúncias, hoje em curso.
Em fevereiro, o inquérito, que estava na Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, foi encaminhado ao gabinete do ministro André Mendonça. Tangerino ainda atua em ações penais contra Timermann em São Paulo, onde ele responde por denúncias ligadas ao caso.
Contexto
Timermann afirmou à coluna não ver problemas na atuação de Tangerino em defesa dele e de Costa. O investidor diz desconhecer o esquema fraudulento que atingiu o Master. Em defesa de Nelson Tanure, a advogada nega envolvimento em fraudes associadas ao banco.
A defesa de Nelson Tanure reiterou que não foi sócio, controlador ou beneficiário do Banco Master, mantendo apenas relações comerciais legítimas. Tanure afirma confiança nas investigações e instituições envolvidas.
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