- Estrangeiro está otimista com o Brasil, segundo Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management.
- Fatores que chamam atenção são alimentos, energia e terras raras.
- Esse interesse de investidores estrangeiros tem atravessado até a discussão sobre eleição presidencial e desafios fiscais.
- Srour participou das reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, em Washington, na semana passada.
- A visão é de otimismo externo, mas com dúvida sobre o equilíbrio econômico do país.
O Brasil aparece como alvo de investidores internacionais por fechar negócios com base em três pilares: alimentos, energia e terras raras. A leitura é baseada nas afirmações de Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management, após as reuniões de primavera do FMI e do Banco Mundial em Washington.
Srour disse que o interesse externo ganhou relevância ao longo da semana de encontros em solo americano. Segundo ela, esse otimismo se mantém apesar dos entraves fiscais e das incertezas políticas que cercam o cenário da eleição presidencial no Brasil.
A executiva ressaltou que o apetite de capital externo não está relacionado apenas a preços, mas também a perspectivas de longo prazo para o país. Ela reforçou que, na avaliação de investidores, o Brasil reúne fatores estruturais que atraem recursos internacionais.
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