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Prosegur Crypto e Minos Global com Indra anunciam pagamentos com stablecoins

Aliança entre Prosegur Crypto, Minos Global e Indra visa pagamentos transfronteiros com stablecoins, sob MiCA, em Europa e América Latina

Búnker de criptomonedas de Prosegur Crypto donde se guardan las claves de criptomonedas de los clientes.
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  • Prosegur Crypto e Minos Global fecharam acordo com a unidade Nuek, da Indra, para desenvolver pagamentos digitais, stablecoins e tokenização de ativos na Europa e América Latina.
  • O objetivo é combinar custódia institucional de Prosegur, infraestruturas e serviços cripto da Minos e a plataforma de pagamentos da Nuek.
  • Os casos de uso incluem pagamentos com stablecoins em comércio, entre empresas e entre pessoas, com foco em transações transfronteiras mais rápidas e baratas.
  • A parceria prioriza o ambiente regulado, com menção à MiCA, e prevê expansão para mercados como Brasil, Argentina e países da América Latina, mantendo abertura para novos ativos conforme a regulação.
  • A previsão é iniciar o primeiro projeto ainda em 2026, com planos de abrir novos bunkers de custódia à medida que se estabelecem nos países-alvo.

Prosegur Crypto e Minos Global fecharam acordo com Nuek, unidade de infraestrutura de pagamentos do grupo Indra, para desenvolver soluções de pagamentos digitais, stablecoins e tokenização de ativos na Europa e na América Latina. O objetivo é combinar custodias e infraestruturas cripto com serviços de pagamento regulados.

As empresas alinham capacidades de custódia institucional de Prosegur Crypto, que já opera bunkers de ativos digitais em Andorra, Argentina, Brasil e Espanha, com a tecnologia de Minos para contas segregadas e wallets. A Nuek entra com a infraestrutura de pagamentos.

Os projetos visam pagamentos com stablecoins e ativos digitais entre lojas físicas, empresas e pessoas, com foco em transações transfronteiriças mais rápidas e baratas do que transações bancárias. A parceria busca explorar regulações sólidas e tecnologia para novos modelos.

Foco regulatório e mercados-alvo

A iniciativa prioriza a regulamentação MiCA na Europa e a expansão na América Latina, onde as sociedades já atuam. As partes avaliam ampliar a oferta de ativos conforme exigências legais de cada país, incluindo Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e Peru.

A organização conjunta planeja iniciar o primeiro projeto já em 2026, com foco em casos de uso que conectem infraestruturas de pagamento reguladas e soluções de custody para clientes institucionais e comerciais.

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