- Ataques cibernéticos/violação de dados lideram os riscos globais, com 89,2% de mitigação de perdas.
- Interrupção de negócios é o segundo maior risco atual; para o futuro, desaceleração econômica/recuperação lenta fica em segundo lugar.
- As maiores perdas recentes vieram de interrupção de negócios (30,7%) e desaceleração econômica (53,7%).
- Mudanças regulatórias e aumento da concorrência também provocam perdas, com 29,3% e 42,8%, respectivamente.
- A pesquisa da Aon é bienal, com 2.941 respondentes em 63 países, 11 idiomas e 16 setores.
Ataques cibernéticos e violações de dados aparecem como o risco número um para as empresas, conforme estudo da Aon. A pesquisa envolveu 2.941 respondentes em 63 países, em 16 setores, e revelou alta prioridade para planos de mitigação.
Cerca de 13% das empresas já reportaram perdas decorrentes de ataques de hackers, segundo o levantamento. A ameaça também é apontada como a mais relevante para os próximos três anos.
Na avaliação atual, a interrupção de negócios fica em segundo lugar entre os riscos. Para o horizonte de três anos, a desaceleração econômica e a recuperação lenta assume a segunda posição.
As perdas mais expressivas recentes aconteceram por interrupção de operações (30,7%) e pela desaceleração econômica (53,7%). Mudanças regulatórias e maior concorrência também aparecem entre os impactos.
Outros fatores relevantes incluem o aumento do custo de commodities e a escassez de materiais, além da volatilidade geopolítica, com impactos variando entre 36,6% e 47,3%.
Principais riscos globais e mitigação
- Ataques cibernéticos/violação de dados: mitigação de 89,2%
- Interrupção de negócios: 76,8%
- Desaceleração econômica/recuperação lenta: 37,4%
- Mudanças regulatórias/legislativas: 47,7%
- Preço de commodity/escassez de materiais: 59,6%
- Falha na cadeia de suprimentos: 60,7%
- Danos à reputação/marca: 53,2%
- Volatilidade geopolítica: 33,4%
- Risco de liquidez de caixa: 80,9%
Riscos por região
Variações cambiais, mudanças climáticas e desastres naturais ganham relevância regional. Aproximadamente 67,6% das empresas já registraram perdas com variação cambial, e alterações climáticas afetaram 45,2% das organizações. Desastres naturais impactaram 41,4%.
Principais riscos por território
Interrupção de negócios aparece com 67,3% de mitigação, seguida por preço de commodities (48,9%) e ataques cibernéticos (69,8%). Variação da taxa de câmbio segmenta 67,4% e aumento da concorrência registra 42,5%.
A pesquisa da Aon é bienal, em 11 idiomas, cobrindo 63 países e territórios, com foco em riscos tecnológicos, geopolíticos, climáticos e de força de trabalho. Os dados qualificam a interconexão entre esses fatores sem precedentes.
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