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Confiança do consumidor na Argentina cai pelo terceiro mês seguido em abril

Confiança do consumidor cai pelo terceiro mês e fecha abril em 39,64 pontos, com recuos em todas as regiões e nos lares de baixa renda

Supermercado de atacado em Buenos Aires, Argentina - 10/05/2024
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  • O Índice de Confiança do Consumidor na Argentina caiu 5,7% em abril, para 39,64 pontos, ante 42,03 em março, completando três meses de retração.
  • Em comparação anual, o ICC caiu 10,12% em relação a abril de 2025.
  • A queda ocorreu em todas as regiões, sendo mais acentuada no interior (-10,57%), seguida pela Cidade Autônoma de Buenos Aires (-6,69%) e pela Grande Buenos Aires (-1,53%).
  • Por nível de renda, houve recuo em ambos os segmentos, mais intenso entre lares de baixa renda (-12,60%); lares de alta renda registraram queda menor (-1,80%).
  • Entre os subíndices, a maior queda foi em Bens Duráveis e Imóveis (-9,51%), seguida por Situação Macroeconômica (-4,30%) e Situação Pessoal (-3,96%), com Condições Presentes (-9,03%) e Expectativas Futuras (-3,30%) também em queda.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Argentina caiu pelo terceiro mês seguido em abril. O indicador da Universidad Di Tella ficou em 39,64 pontos, frente a 42,03 em março, queda de 5,7%. Em relação a abril de 2025, o ICC recuou 10,12%.

O recuo acompanha o teste inflacionário recente e o desaquecimento do mercado de trabalho. O IPC de março subiu 3,4% ante fevereiro, com inflação anual de 32,6%. O desemprego fechou 2025 em 7,5%.

A região interior registrou a queda mais acentuada, com -10,57%. A Cidade de Buenos Aires caiu 6,69% e a Grande Buenos Aires, -1,53%. O Interior manteve o maior ICC regional (45,35 pontos), enquanto a GBA ficou no menor (36,82 pontos).

Por nível de renda, quedas ocorreram em ambos os grupos. Lares de baixa renda registraram a retração mais acentuada (-12,60%), enquanto lares de alta renda caíram -1,80%. Alta renda manteve o ICC mais alto (42,57 pontos) frente aos de baixa renda (35,50 pontos).

Entre os subíndices, o recuo foi generalizado. Bens Duráveis e Imóveis caiu -9,51%, seguido por Situação Macroeconômica (-4,30%). Situação Pessoal teve a menor queda (-3,96%), ainda assim negativa.

Em abril, a avaliação das Condições Presentes caiu 9,03%, e as Expectativas Futuras recuaram 3,30%. O manejo de custos, empregos e perspectivas econômicas segue como fator-chave para o ICC. Fontes: Universidad Di Tella.

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