- O dólar à vista fechou em alta, acima de R$ 5, cotado a R$ 5,0028, após pela manhã ter chegado a R$ 4,9398.
- A sessão começou com venda de dólares pela demanda interna, mas o movimento foi revertido pela tarde, com redução de risco global e local influenciando o câmbio.
- Fatores externos (dificuldades nas tratativas entre Estados Unidos e Irã) ajudaram a pressionar as moedas emergentes; no Brasil, a incerteza sobre a compensação da redução do PIS/Cofins na gasolina pesou no humor dos agentes.
- O euro comercial encerrou a R$ 5,8463; o dólar casado ficou em 8,20 pontos, com o spread em relação aos Fed funds em 1,32%.
- O índice DXY, que mede o dólar frente a uma cesta de seis moedas, ficou em 98,824 pontos; o real terminou entre as dez moedas mais fracas, após chegar a figurar entre as mais fortes pela manhã.
O dólar à vista fechou o pregão desta quinta-feira acima de R$ 5,00, com alta de 0,58% e cotação final de R$ 5,0028. A sessão teve mínima de R$ 4,9398 e máxima de R$ 5,0169.
No Brasil, a percepção de risco e dúvidas sobre a compensação da redução do PIS/Cofins sobre a gasolina contribuíram para o movimento. Trabalhadores no mercado citam ainda a pressão externa como fator relevante.
Operadores chegaram a reduzir posições no real pela manhã, em meio a dólar fraco no cenário global, o que se reverteu ao fim da tarde com o recuo da aversão a risco e ajustes técnicos.
Resultados completos: euro a R$ 5,8463, dólar casado em 8,20 pontos, e DXY aos 98,824 pontos. O dólar fechou entre as dez moedas mais fracas, após início do dia com desempenho mais positivo.
Entre na conversa da comunidade