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Mapa aponta abertura de mercados na Ásia e em Cuba para agropecuários

Mapa abre mercados na Ásia e Cuba para carne bovina, suína e castanhas; Brasil mira Coreia do Sul, Filipinas e Cuba, ampliando exportação agropecuária

Na imagem, cortes de carne; abertura de mercado na Ásia e em Cuba visam a exportação desse produto
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  • O Ministério da Agricultura anunciou a conclusão das negociações para exportação de produtos agropecuários para Coreia do Sul, Filipinas e Cuba.
  • Nas Filipinas, a abertura envolve carne bovina resfriada, com e sem osso, ampliando a presença brasileira no Sudeste Asiático.
  • Em Cuba, ficou autorizada a exportação de carne bovina e suína, como parte de acordo de pré-listing que agiliza o comércio.
  • Na Coreia do Sul, as negociações visam castanha-do-brasil (com e sem casca), castanha de baru e castanha de caju, com foco em produtos extraídos de forma sustentável.
  • O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 23 de abril de 2026, com dados de importação anteriores: Filipinas importou US$ 1,8 bilhão em 2025; Coreia do Sul importou mais de US$ 2,4 bilhões em 2025.

O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quinta-feira (23 abr 2026) a conclusão das negociações para a exportação de produtos agropecuários para Coreia do Sul, Filipinas e Cuba. A abertura de mercados faz parte de uma estratégia de ampliar a presença brasileira no comércio agroindustrial.

Na Filipinas, a autorização envolve carne bovina resfriada, com e sem osso. O ministério destaca que a medida expande a presença brasileira em um mercado relevante do Sudeste Asiático e cria oportunidades para a cadeia da proteína animal, especialmente em cortes refrigerados. O país importou US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários do Brasil em 2025.

Para Cuba, a exportação de carne bovina e suína foi autorizada. A decisão faz parte de um acordo de pre-listing entre os dois países, segundo o Mapa, que aponta maior agilidade ao comércio desses produtos.

As negociações com a Coreia do Sul envolveram a exportação de castanha-do-brasil, com casca ou sem, bem como castanha de baru e castanha de caju, produtos obtidos de forma sustentável. A Coreia do Sul importou mais de US$ 2,4 bilhões em produtos agropecuários brasileiros no ano anterior.

Panorama de impactos

A abertura para a Coreia do Sul, Filipinas e Cuba amplia oportunidades para produtores e cooperativas em diversas regiões do Brasil, incrementando a diversificação de itens exportáveis. Analistas apontam potencial de aumento nas vendas externas e de empregos ligados à cadeia da proteína animal e às florestas exportáveis.

Segundo dados oficiais, o crescimento das exportações é esperado com a validação de requisitos sanitários, certificações de rastreabilidade e controles de qualidade exigidos por cada mercado. O Ministério acompanha a implementação dos acordos para evitar entraves logísticos.

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