- Engenheiro fica em primeiro lugar na Copa das Profissões, superando o sociólogo; no Brasil, sociólogo e cientista político têm média de cerca de R$ 20 mil, chegando a quase R$ 30 mil no Rio de Janeiro.
- Jornalistas, segundo os dados da Receita, ganham em média R$ 20 mil por mês, mas no Rio de Janeiro a média passa de R$ 50 mil.
- Entre professor de ensino superior e militar, o professor superior ganha mais; no Brasil, professores de ensino superior ganham mais de R$ 20 mil por mês.
- Entre advogado e engenheiro, o engenheiro fica à frente na média entre esses dois; advogados em Brasília podem chegar a R$ 40 mil por mês, embora a média nacional de ambas as profissões seja em torno de R$ 30 mil.
- Os dados usados vêm da declaração do Imposto de Renda à Receita Federal, e destacam que profissões menos valorizadas na percepção popular ainda aparecem com remunerações relevantes, refletindo desigualdades regionais e de faixa salarial.
O texto analisado traz mais um episódio da série Copa das Profissões, apresentado pelo colunista no quadro Chama o Nery. A reportagem utiliza dados da Receita Federal para comparar rendas declaradas por profissionais no Brasil e em estados específicos, destacando cargos que não aparecem no topo da distribuição de renda.
O levantamento apresenta um ranking de ganhos entre profissões como sociólogo, engenheiro, advogado, jornalista, professor de ensino superior, PM e desenvolvedor de software. O objetivo é mostrar, com números oficiais, quem ganha mais entre profissões com frequência subestimada pela população.
O que aconteceu, quem envolve e como os números aparecem
Segundo os dados da Receita Federal, sociólogos e cientistas políticos aparecem com remunerações médias acima de muitas profissões consideradas mais bem colocadas. Em média, sociólogos ganham cerca de R$ 20 mil e, no Rio de Janeiro, a média quase alcança R$ 30 mil.
Entre jornalistas, a média nacional é de aproximadamente R$ 20 mil, mas no Rio de Janeiro esse patamar sobe para acima de R$ 50 mil, possivelmente influenciado por critérios de remuneração de grandes empresas da região.
Distribuição por profissão e posições de destaque
No quadro da Copa das Profissões, o engenheiro fica em primeiro lugar entre as profissões avaliadas. Entre o grupo que costuma receber remuneração alta, advogados e engenheiros aparecem com média em torno de R$ 30 mil, ainda que haja variações significativas por região e por nível de carreira.
Entre as forças de segurança e ensino, PMs e professores do ensino médio aparecem com médias mais próximas, ambas em torno de R$ 10 mil mensais; o professor de ensino superior, porém, supera esse patamar e recebe acima de R$ 20 mil.
Observações sobre o contexto e a metodologia
A reportagem ressalta que os dados incluem servidores públicos e podem refletir desigualdades regionais. No Distrito Federal, por exemplo, advogados podem ter remuneração média de até R$ 40 mil, influenciando a média da profissão.
A leitura enfatiza a necessidade de interpretar médias com cautela, pois grandes ganhos de alguns profissionais podem puxar a média para cima, sem representar a realidade de profissionais em início de carreira ou em empregos com salários menores.
Relevância regional e conclusões provisórias
Os números destacam variações significativas entre estados, especialmente para jornalistas no Rio de Janeiro e para advogados em Brasília. A análise aponta que profissões tradicionalmente vistas como estáveis nem sempre correspondem a remunerações homogêneas.
O episódio endossa que sociólogos ganham mais do que desenvolvedores, que professores de ensino superior costumam ganhar acima de militares e que jornalistas no Rio superam amplamente a média nacional.
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