- O Brasil Criativo recebeu o reconhecimento de Ano da Criatividade pela World Creativity Organization para 2026, com o Dia Mundial da Criatividade celebrado em 21 de abril.
- Dados do IBGE apontam que os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões e geram 5,4 milhões de empregos no país.
- O governo reformula a gestão pública da cultura, criando a Secretaria de Economia Criativa, com o Observatório Celso Furtado e a atuação da instituição Escult para formação técnica.
- A política cultural avança com a melhoria da Lei Rouanet, o Território Criativo como objeto de investimento e o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, valorizando saberes ancestrais, periferias e pequenas cidades.
- O Mercado das Indústrias Criativas do Brasil teve a última edição com R$ 94,5 milhões em novos negócios, demonstrando o alcance internacional da nossa criatividade.
O Brasil Criativo foi apresentado como eixo estratégico para a economia, cultura e inovação do país. Em 2026, o Ano da Criatividade foi reconhecido pela World Creativity Organization, reforçando o papel da criatividade brasileira no cenário global.
Dados do IBGE apontam que os empreendimentos criativos movem cerca de R$ 288 bilhões e geram 5,4 milhões de empregos. A indústria criativa é descrita como robusta, capaz de gerar renda, oportunidades e projeção internacional.
A estrutura governamental foi ajustada para fortalecer o setor. Foi recriada a Secretaria de Economia Criativa, com o Observatório Celso Furtado para orientar investimentos e a organização Escult para ampliar formação técnica na cadeia produtiva da cultura.
A partir de termos como Território Criativo, a política busca investimento qualificado nos佩 territórios, com foco humano e territorial. A Lei Rouanet passa a considerar territórios criativos como objeto de investimento, promovendo desenvolvimento comunitário.
O Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa também ganha destaque, valorizando saberes tradicionais, periferias e pequenas cidades, onde tradição e inovação andam juntas.
O Mercado das Indústrias Criativas do Brasil teve a última edição com R$ 94,5 milhões em novos negócios, demonstrando capacidade de converter reconhecimento em oportunidades econômicas e de exportação de valor.
O conjunto de ações visa consolidar o Brasil como referência em conhecimento, diversidade e inovação, fortalecendo a soberania cultural e a presença internacional do país no campo criativo.
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