- Em fevereiro de 2026, a construção registrou geração de empregos e ficou acima de 3 milhões de trabalhadores com carteira assinada no Brasil.
- Os dados são do Novo Caged e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho no fim de março.
- O setor chegou próximo de máximas históricas, mas já aponta desaceleração na contratação.
- Mesmo com obras de infraestrutura, o ritmo de contratações deve permanecer lento ao longo do ano.
- Atração de trabalhadores pode depender de reajustes salariais, conforme apontam especialistas.
A construção civil manteve o ritmo de geração de empregos em 2026 e, em fevereiro, ultrapassou a marca de 3 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país. Os dados são do Novo Caged e foram divulgados no fim de março pelo Ministério do Trabalho.
O setor mantém o impulso próximo de patamares históricos, mas já começa a apresentar desaceleração na contratação ao longo do ano. Mesmo com obras de infraestrutura em andamento, a tendência é de crescimento mais lento.
Segundo o levantamento, o saldo de empregos na construção em fevereiro indica continuidade do movimento de recuperação, com o mercado apresentando ganhos líquidos ainda expressivos, porém em ritmo menor frente aos meses anteriores.
Analistas apontam que o desafio para manter o ritmo envolve salários e condições de atração de mão de obra. Debate sobre reajustes salariais surge como elemento central para ampliar a oferta de trabalhadores.
A divulgação do Novo Caged reforça a importância do setor para o emprego formal. O relatório detalha números setoriais e geográficos, evidenciando trajetórias diferentes entre regiões do país.
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