- O medo no mercado aumenta diante da guerra no Oriente Médio, com o Estreito de Ormuz fechado e o petróleo em alta.
- Não houve avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã; Trump afirmou que não tem pressa para encerrar o conflito.
- Israel e Líbano concordaram com uma extensão de três semanas para o cessar-fogo, mantendo a situação quase imóvel.
- Brent opera em US$ 107,30 por barril e o WTI em US$ 97,67, indicando viés de alta para o dia.
- No Brasil, a temporada de balanços começa com Usiminas; nos EUA, Intel reportou prejuízo de US$ 3,7 bilhões, mas receita com inteligência artificial e data center subiu, impulsionando as ações.
A sexta-feira começa com tensão no Oriente Médio e incerteza no mercado global. O Estreito de Ormuz segue fechado, sem avanços em negociações entre EUA e Irã, mantendo o petróleo em alta. O mau humor predomina entre investidores.
Na sessão asiática e europeia, o cenário é de baixa em índices e piora na percepção de risco. O Brent salta, perto de US$ 107,30, e o WTI avança para US$ 97,67 por barril, refletindo a ausência de sinalização de acordo. A expectativa é de dia volátil.
Temporada de balanços
No Brasil, os olhos ficam voltados para a Usiminas, com resultado previsto antes da abertura. Nos EUA, a Intel registra prejuízo de US$ 3,7 bilhões, mas tem ganhos de receita em outra área.
A empresa de chips registrou receita de US$ 5,1 bilhões com a divisão de data center e IA, alta de 22% na base anual, enquanto a divisão de computadores ficou em US$ 7,7 bilhões, alta de 1% (dados divulgados no pós-mercado).
Resumo: o cenário externo permanece sem avanços decisivos no conflito regional, enquanto os balanços quentes operam para oferecer perspectivas distintas aos investidores. O dia pode seguir com volatilidade até novas sinalizações.
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