- A Nike anunciou a demissão de aproximadamente mil e quatrocentos funcionários, com foco em tecnologia, em uma nova etapa de reestruturação.
- O corte afeta a equipe de Operações Globais e representa pouco menos de dois por cento do quadro total, atingindo colaboradores na América do Norte, Ásia e Europa; notificações começaram ontem.
- A medida faz parte da estratégia de retomada chamada “Win Now”, segundo o diretor de operações, Venkatesh Alagirisamy.
- A empresa afirma que o objetivo é simplificar a operação e reagir mais rápido ao mercado, tornando a organização menos complexa e mais ágil.
- A Nike pretende centrar operações de tecnologia em dois polos: Beaverton (Oregon) e o Nike India Technology Center.
A Nike informou o corte de cerca de 1.4 mil trabalhadores, com foco na área de tecnologia, como parte de uma nova fase de reestruturação. As demissões atingem equipes de Operações Globais em várias regiões, incluindo América do Norte, Ásia e Europa, com notificações iniciando ontem.
A empresa descreve a medida como parte da estratégia de retomada chamada Win Now. O diretor de operações, Venkatesh Alagirisamy, afirmou que as mudanças reduzem aproximadamente 1.400 funções em operações globais, majoritariamente no setor de tecnologia. Ele reconheceu o impacto interno do anúncio.
A Nike pretende centralizar operações de tecnologia em dois polos: Beaverton, Oregon, e no Nike India Technology Center, segundo informações da imprensa. A iniciativa visa tornar a operação menos complexa e mais ágil para reagir aos mercados.
Créditos sobre ciclos anteriores
Este anúncio se soma a outras reduções anunciadas nos últimos meses. Em janeiro, a empresa eliminou 775 vagas, principalmente em centros de distribuição nos EUA, em movimento ligado ao aumento de automação. O foco tem sido acelerar lançamentos e melhorar a execução.
Contexto financeiro recente
O CEO Elliott Hill enfrenta o desafio de reverter a queda nas vendas e acelerar lançamentos. No balanço do terceiro trimestre fiscal divulgado recentemente, a Nike sinalizou queda contínua das vendas no restante do ano, com expectativa de recuo na China.
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