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One cresce com mix de produtos para a classe média

One aposta em mix para classe média, convertendo imóveis comerciais em apartamentos, com preços entre R$ 450 mil e R$ 500 mil e VGV de R$ 2,5 bilhões em 2026

Fachada de empreendimento da One na Vila Nova Conceição, em São Paulo (Foto: Divulgação)
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  • A One mira um VGV de R$ 2,5 bilhões em 2026, oferecendo imóveis para a classe média, mesmo com escassez de terrenos em bairros privilegiados.
  • A estratégia envolve converter edifícios comerciais em empreendimentos residenciais compactos, com faixas de preço entre R$ 450 mil e R$ 500 mil.
  • O lançamento de novos empreendimentos deve começar em maio de 2026, com expectativa de terminar o primeiro trimestre perto de R$ 410 milhões em vendas e VGV anual entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,5 bilhões.
  • O vice-presidente da One Innovation, Paulo Petrin, ressaltou o foco em controlar custos e o valor do terreno para manter o preço final dentro do alvo, oferecendo produto acessível.

A One planeja ampliar a oferta de imóveis para a classe média, mesmo com a escassez de terrenos em bairros nobres. A meta é alcançar um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,5 bilhões em 2026, via conversão de edifícios comerciais em apartamentos compactos com preços entre R$ 450 mil e R$ 500 mil. A estratégia busca manter o preço final dentro do alvo, controlando custos e o valor do terreno, segundo o vice-presidente Paulo Petrin, em entrevista à Bloomberg Línea.

Ainda de acordo com Petrin, a empresa evoluiu o mix de lançamentos ao longo de 2025, concentrando atividades no último trimestre. Em 2026, a One pretende iniciar novos empreendimentos em maio. A projeção é encerrar o primeiro trimestre com cerca de R$ 410 milhões em vendas e atingir, no ano, o VGV entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,5 bilhões.

Para o planejamento de curto prazo, a companhia visualiza manter o foco na garanta de acessibilidade ao produto, ao mesmo tempo em que busca ampliar a oferta de imóveis com staging adequado à demanda da classe média. A meta de 2026 depende da continuidade de lançamentos a partir de maio, conforme a gestão.

No radar dos mercados

O Nasdaq 100 caminha para a quarta alta semanal, impulsionado pela alta de ações de tecnologia após guidance acima do esperado da Intel. A empresa anunciou resultados que favoreceram ganhos no pré-mercado.

Entre cortes e saídas, a Meta e a Microsoft preveem impactos com mudanças de quadro de funcionários. A Meta pretende demitir cerca de 8 mil trabalhadores e não preencher outras 6 mil vagas, enquanto a Microsoft oferece saídas voluntárias, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg News.

Yara superou projeções, registrando EBITDA de US$ 896 milhões no 1º trimestre, avanço de 40% ante o ano anterior. O desempenho foi favorecido pelo aumento dos preços de fertilizantes, apoiado por fatores geopolíticos regionais.

A Intel também elevou suas perspectivas, estimando receita de até US$ 14,8 bilhões no trimestre encerrado em junho, apoiada pela demanda por chips para IA. A retomada reflete o plano de trabalho do CEO Lip-Bu Tan.

Agenda e destaques

A agenda de hoje traz indicadores e eventos relevantes para os mercados. A leitura enfatiza variações recentes e impactos possíveis no cenário macro. Também aparecem análises e conteúdos especiais da Bloomberg Línea sobre estratégia de empresas e setores.

Destaques adicionais incluem análises sobre fluxos de capital na bolsa brasileira, bem como atualizações sobre investimentos estrangeiros e planos de empresas de capital aberto. A cobertura completa acompanha as variações diárias de mercados globais e regionais.

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