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Aneel avalia reajuste na conta de luz em Pernambuco e Alagoas nesta terça

Reajustes propostos pela Aneel elevam tarifas em Pernambuco (Neoenergia) em 4,25% e em Alagoas (Equatorial) em 5,43%, afetando 5,66 milhões de consumidores

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  • A Aneel deve deliberar nesta terça-feira (28) sobre reajustes de duas distribuidoras do Nordeste, impactando cerca de 5,66 milhões de consumidores.
  • As propostas preveem aumento médio de 4,25% para a Neoenergia Pernambuco e de 5,43% para a Equatorial Alagoas.
  • Em Pernambuco, são aproximadamente 4,23 milhões de unidades consumidoras; alta tensão tem elevação de 7,19% e baixa tensão, 3,41%, com o efeito atenuado pela antecipação de R$ 411 milhões em recursos de Uso do Bem Público.
  • Em Alagoas, o reajuste médio é de 5,43% para cerca de 1,43 milhão de consumidores, com alta tensão em 7,80% e baixa tensão em 4,71%, após redução de tarifas no ano anterior.
  • Os reajustes devem-se ao aumento de custos da Parcela A (encargos setoriais, compra de energia e transmissão) e a componentes financeiros; vigência prevista a partir de 29 de abril (Pernambuco) e 3 de maio (Alagoas), válidos por um ano.

Aneel deve deliberar nesta terça-feira (28) sobre reajustes tarifários de duas distribuidoras no Nordeste, com impacto direto em 5,66 milhões de consumidores. Os percentuais apresentados são de 4,25% para a Neoenergia Pernambuco e 5,43% para a Equatorial Alagoas.

Em Pernambuco, a Neoenergia atende cerca de 4,23 milhões de unidades consumidoras. O aumento médio previsto é de 4,25%, com possibilidade maior para alta tensão (7,19%) e menor para baixa tensão, como residências (3,41%). A possibilidade de recuo no valor final depende de medidas adotadas pela concessionária.

Em Alagoas, a Equatorial projeta alta de 5,43% para cerca de 1,43 milhão de clientes. O impacto para consumidores de alta tensão é estimado em 7,80%, enquanto baixa tensão registra 4,71%. Na prática, o processo segue após redução no ciclo anterior.

Fatores que influenciam

Os reajustes refletem principalmente o aumento de custos da Parcela A, que engloba encargos setoriais, compra de energia e transmissão, além de componentes financeiros que são compensados ao longo do tempo. Em Pernambuco, encargos e transmissão contribuíram para o reajuste, compensados parcialmente por créditos tributários e ajustes financeiros.

Para a Equatorial Alagoas, os encargos setoriais tiveram peso relevante, com destaque para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), além do custo de aquisição de energia. Esses fatores, combinados, elevam as tarifas ao longo do período tarifário.

Datas de vigência dos novos valores

Caso a diretoria da Aneel aprove os valores, as tarifas entram em vigor em datas distintas: a partir de 29 de abril para a Neoenergia Pernambuco e a partir de 3 de maio para a Equatorial Alagoas. Os reajustes valerão por um ano, até os próximos ciclos de revisão.

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