- A entrada de dólares na última semana no país trouxe alívio na taxa do dólar “casado”.
- A diferença entre o dólar futuro mais líquido e o dólar spot (casado) reduziu, indicando melhoria de liquidez.
- Operadores veem provável não rolar parte ou todo o estoque de US$ 3,7 bilhões que vence no começo de maio.
- A linha envolve venda de dólares com compromisso de recompra, instrumento usado para sustentar liquidez no mercado.
- A movimentação é atribuída à possível internalização de capital pelo Tesouro Nacional.
A semana foi favorável para o dólar “casado” no Brasil. A entrada de dólares no mercado, possivelmente fruto da internalização de capital pelo Tesouro Nacional, reduziu a diferença entre o dólar futuro mais líquido e o spot, trazendo alívio aos holders da posição.
Os principais agentes envolvidos são o Banco Central, o Tesouro Nacional e operadores de mercado. Com o recuo da medida de liquidez, ganha espaço a ideia de não rolar parte ou a totalidade de uma linha de US$ 3,7 bilhões com vencimento no início de maio.
O que é a linha
A linha corresponde à venda de dólares com compromisso de recompra, instrumento utilizado para fornecer liquidez ao mercado cambial. A possibilidade de não rolar o montante eleva a atenção para o comportamento do câmbio na próxima semana.
Perspectivas de curto prazo
Especialistas apontam que a liquidez recente pode reduzir tensões no dólar casado até a abertura de maio. A atuação do BC e do Tesouro permanece determinante para a evolução de juros e câmbio, sob vigilância dos operadores.
Desdobramentos esperados
O mercado aguarda sinais sobre novas operações de liquidez e eventuais ajustes na política cambial. Acompanham-se, ainda, dados de entrada de capitais e a resposta do dólar diante da possível não rolagem da linha de US$ 3,7 bilhões.
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