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Musk avança no X Money e se aproxima do superapp

Elon Musk avança com o X Money, buscando transformar o X em superapp nos EUA, com cashback de 3% e rendimento de 6% ao saldo, enfrentando licenças estaduais

Elon Musk
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  • Musk avança com o X Money, novo produto que deve ser lançado ainda neste mês, buscando transformar o X em um superapp de pagamentos, poupança e serviços financeiros para cerca de 600 milhões de usuários ativos.
  • O objetivo é reproduzir o modelo do WeChat, permitindo que o usuário viva a maior parte da vida dentro do X, com social, pagamentos e serviços integrados.
  • Entre os destaques estão 3% de cashback, rendimento de 6% ao ano sobre o saldo, transferências P2P gratuitas, cartão de débito Visa em metal com o @ do usuário e um concierge de IA da xAI.
  • Nos EUA, o X Money depende de autorizações em todos os estados; a empresa já tem licença em 44 estados, mas aguarda aprovações importantes, incluindo Nova York e Massachusetts, com questionamentos sobre segurança.
  • A estratégia inicial inclui migrar criadores de conteúdo que hoje recebem pagamentos via Stripe para o X Money, ampliando contas ativas e facilitando pagamentos internos; o objetivo é tornar a plataforma a conta principal do usuário.

Elon Musk avança com o X Money, projeto que visa transformar o X em um superapp semelhante ao WeChat. O lançamento está previsto para ainda este mês, buscando ampliar a base de usuários ativos da plataforma, hoje em torno de 600 milhões.

A proposta integra rede social, pagamentos e serviços financeiros em um único ecossistema. O objetivo é oferecer poupança remunerada, transferências e serviços adicionais dentro da própria plataforma, sem sair do X.

Benefícios já discutidos em testes incluem 3% de cashback em compras elegíveis, transferências P2P gratuitas, cartão de débito Visa em metal com o handle do usuário e rendimento de 6% ao ano sobre saldo. O retorno supera a média de poupança nos EUA.

O projeto envolve ainda a xAI, startup de IA de Musk, que desenvolverá um concierge para organizar gastos e monitorar transações. A promessa é otimizar gestão financeira dentro do aplicativo.

Meta: replicar o modelo do WeChat

Musk sustenta a ideia de que é possível viver a maior parte da vida dentro do X, adotando funções de transporte, compra de passagens e pagamento de contas sem sair da tela. O WeChat, na China, é citado como referência de superapp consolidado.

Apesar da aspirada escala, o X Money enfrenta entraves regulatórios relevantes para operar como plataforma de pagamentos nos EUA. A empresa atua com licença em 44 estados, mas ainda busca aprovações de Nova York e Massachusetts.

Políticas e segurança também têm gerado escrutínio. Parlamentares, incluindo a senadora Elizabeth Warren, questionaram a sustentabilidade da remuneração oferecida e a estrutura financeira da plataforma.

Estratégia de primeira fase: criadores de conteúdo

Entre as táticas para acelerar adesão, o X Money planeja migrar criadores de conteúdo que hoje recebem pagamentos via Stripe para a plataforma. A ideia é criar uma base inicial de contas ativas e facilitar a transição para pagamentos internos.

Usuários em teste já podem realizar transferências pelo chat ou pelos perfis. A melhoria de serviços dentro do X é vista como passo para ampliar uso de pagamentos.

Desafio principal: tornar o X Money o banco do usuário

Especialistas avaliam que pagamentos P2P ajudam na captação, mas não geram grande rentabilidade por si sós. O negócio depende de converter o X Money na conta principal, com crédito, empréstimos, investimentos e gastos recorrentes.

Caso alcance a confiança regulatória e o ritmo de adoção, o X Money pode representar uma transformação expressiva no ecossistema fintech americano. O horizonte envolve balanço entre inovação e conformidade regulatória.

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