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Demain em William Fèvre busca revitalizar solos para preservar Chablis

Domaine William Fèvre reaviva solos com biodinâmica para manter a identidade de Chablis, ampliando parcerias de pesquisa com o grupo Rothschild

Domaine de Demain : chez William Fèvre, redonner vie aux sols pour préserver l’identité de Chablis
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  • Domaine William Fèvre, com mais de 250 anos de história, é referência em Chablis e o maior proprietário de grands crus da appellation.
  • Didier Séguier, maître de chai e diretor geral adjunto, atua há mais de mais de vinte e cinco anos no domaine, e tem a responsabilidade de preservar o patrimônio vitícola cultivado desde o século IX; o solo de kimmeridgiano confere mineralidade e tensão aos vinhos.
  • O domaine iniciou uma linha de atuação ambiental: conversão para orgânico, práticas biodinâmicas, cobertura vegetal, agropecuária com animais no campo e experimentações como lactofermentação para fortalecer a vida do solo.
  • A entrada no grupo Domaines Barons de Rothschild abre novas perspectivas de pesquisa, especialmente na gestão da água, tema central ante as mudanças climáticas, com intercâmbio entre propriedades.
  • Em meio às demandas de adaptação da Bourgogne, Séguier defende que o trabalho coletivo é essencial para enfrentar os desafios futuros.

Domaine William Fèvre, referência de Chablis com mais de 250 anos de história, reforça seu compromisso com a preservação do solo para manter a identidade da região. Didier Séguier, mestre de chai e diretor geral adjunto, atua no domínio há mais de 25 anos.

A produção do domaine enfatiza a mineralidade dos vinhos, resultado do solo kimmeridgiano, composto por calcários e argilas com fósseis marinhos. Essa vocação geológica define o estilo da vinificação na área de Chablis.

Desde cedo, o domaine adotou práticas ambientais, incluindo conversão para agricultura orgânica, métodos biodinâmicos e cultivo de coberturas vegetais. O objetivo é devolver vitalidade aos solos e equilibrar a vinha.

A estratégia também abrange iniciativas como eco-pastoreio e a presença de animais no manejo da propriedade. Experimentações como lactofermentação completam a busca por soluções que valorizem o vivo sem impor rigidez.

A incorporação ao grupo Domaines Barons de Rothschild amplia as possibilidades de pesquisa, especialmente na gestão da água, tema cada vez mais relevante diante das mudanças climáticas. A troca entre propriedades sustenta o aprofundamento de questões vitais.

Parcerias e pesquisa em vinhicultura

Ligações entre as propriedades aceleram o intercâmbio técnico e o acesso a conhecimento, contribuindo para melhorias na sustentabilidade e na qualidade das safras.

Didier Séguier defende que os desafios da viticultura na Bourgogne exigem trabalho coletivo. A cooperação entre produtores é apresentada como meio de enfrentar as mudanças no cenário climático.

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