- Desenvolvedor Paul Sztorc apresentou a proposta de criar uma nova blockchain chamada eCash, com hard fork que diverge da rede do Bitcoin.
- A ideia envolve o lançamento de redes paralelas conectadas ao Bitcoin via Drivechains, prometendo testar novas funcionalidades sem alterar a rede principal.
- O projeto prevê que todos os detentores de Bitcoin recebam automaticamente a mesma quantidade de tokens na nova rede, mantendo a equivalência de ativos.
- O ponto mais polêmico é a possível redistribuição de cerca de 1,1 milhão de bitcoins associados a Satoshi Nakamoto para financiar o desenvolvimento, o que gerou acusações de roubo.
- A comunidade reagiu principalmente com críticas, citando riscos de governança, confusão entre investidores e maior fragmentação do ecossistema.
Uma nova proposta de divisão da rede Bitcoin, apresentada pelo desenvolvedor Paul Sztorc, visa criar uma blockchain independente chamada eCash. O plano envolve um hard fork que mantém o histórico até o momento da separação, abrindo caminho para caminhos distintos.
O objetivo é introduzir Drivechains, redes paralelas conectadas ao Bitcoin. Essas vias permitiriam testar novas funções sem alterar a rede principal, com possíveis aplicações focadas em privacidade, exchanges descentralizadas e soluções contra a computação quântica.
O lançamento está previsto para agosto de 2026, conforme o projeto. A ideia é manter a compatibilidade com a história da rede original, enquanto oferece novas regras e capacidades via redes derivadas.
Reação da comunidade
A proposta gera críticas por tratar de redistribuir moedas ligadas a Satoshi Nakamoto, considerado o criador do Bitcoin. Estima-se que cerca de 1,1 milhão de bitcoins permaneçam inativos e possam ser usados para financiar o desenvolvimento da nova rede.
Críticos apontam que a redistribuição dessas moedas pode estabelecer um precedente de apropriação de saldos inativos. Especialistas destacam riscos técnicos, de governança e de confusão para investidores que acompanham a evolução do ecossistema.
Especialistas destacam ainda que iniciativas desse tipo podem fragmentar ainda mais o ecossistema e exigir clareza regulatória, além de acionar debates sobre propriedade de ativos digitais mesmo quando não há movimentação recente.
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