- O dólar à vista encerrou estável, com queda de 0,01%, a R$ 4,9817, após operar entre R$ 4,9722 e R$ 5,0155, nesta terça-feira.
- O euro comercial caiu 0,11%, a R$ 5,8332, no fechamento.
- O real ficou entre as dez melhores moedas do dia entre as 33 mais líquidas.
- O índice DXY subiu 0,14%, para 98,632 pontos, frente a uma onda de aversão a risco nos mercados globais.
- A reportagem aponta possível internalização de capital por exportadores, empresas ou investidores estrangeiros, ajudando a proteger o real em um dia de alívio no dólar casado.
O dólar à vista encerrou o pregão estável, mesmo com a alta de preços do petróleo e a persistência de aversão a risco nos mercados globais. No câmbio brasileiro, houve menor pressão em relação a outras moedas líquidas, com o dólar se mantendo próximo da estabilidade.
Uma possível internalização de capital por exportadores, empresas ou investidores estrangeiros pode ter ajudado a proteger o real. O dia trouxe alívio no dólar casado, indicando influxo ao país, segundo operadores.
Encerradas as negociações, o dólar à vista caiu 0,01%, fechado em R$ 4,9817, após oscilar entre R$ 4,9722 e R$ 5,0155. O euro comercial recuou 0,11%, para R$ 5,8332. O real ficou entre as dez melhores moedas entre 33 monitoradas. O índice DXY subiu 0,14%, aos 98,632 pontos.
Cenário de fluxo e reflexos
O movimento no câmbio ocorreu em meio a preocupações com inflação global, com os mercados avaliando impactos de uma possível escalada nos preços do petróleo. Dados sobre política monetária e demanda industrial também contribuíram para o tom misto no dia.
Mercados observaram ainda o comportamento de ativos de risco em ações e títulos, com divergências entre regiões. Especialistas destacaram que o fluxo de capitais e ajustes cambiais locais podem seguir influenciando a cotação do dólar nas próximas sessões.
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