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Holding Cedro vende participações na Biomm e na Latache

Cedro vende participações na Biomm e Latache para focar mineração; recursos ampliarão a mina de Mariana e a infraestrutura logística com cerca de R$ 5 bilhões

Ambos os fatos relevantes destacam que "a reorientação do investimento faz parte de um reforço na estratégia da holding, que busca ganhos de escala e eficiência produtiva em um momento de expansão do grupo"
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  • Cedro Participações vendeu 8% da Biomm e 33,33% da Latache Capital, mantendo foco no core business de mineração.
  • A empresa afirma que a reorientação de investimentos busca ganhos de escala e eficiência produtiva em um momento de expansão do grupo.
  • Recursos advindos das vendas serão usados para ampliar a mina de Mariana, em Minas Gerais, com ênfase na produção de pellet feed para siderurgia.
  • A meta é atingir 20 milhões de toneladas por ano de produção até 2030.
  • O plano prevê cerca de R$ 5 bilhões em infraestrutura logística, incluindo o Porto do Meio, em Itaguaí, Rio de Janeiro, e a ferrovia Shortline na região de Serra Azul, Minas Gerais.

A Cedro Participações informou na noite de terça-feira (29) a venda de 8% das ações da Biomm, empresa de biomedicamentos, e de 33,33% da Latache Capital, gestora brasileira criada em 2015 por Renato Azevedo. O objetivo é manter o foco no core business de mineração.

A empresa justificou as operações como parte de uma reorientação estratégica para concentrar capital e esforços no setor de mineração e na logística que sustenta a operação. A desmobilização da Latache foi descrita como natural, dado o foco da Cedro no seu negócio principal e o papel oportunista do investimento na gestora.

Detalhes das operações

Os recursos provenientes das desinvestidas serão usados para ampliar a capacidade da mina da Cedro, em Mariana (MG), com foco na produção de pellet feed, minério de ferro de alta qualidade para siderurgia. A meta é chegar a 20 milhões de toneladas anuais até 2030.

Planos de expansão e infraestrutura

O plano inclui cerca de R$ 5 bilhões em infraestrutura logística, com a construção do Porto do Meio, em Itaguaí (RJ), e da ferrovia Shortline, na região de Serra Azul (MG). As iniciativas visam ganhos de escala e eficiência produtiva.

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